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Blog EntryJul 21, '08 8:03 PM
by lusitanorum for everyone
Freguesias da Regi찾o de Loriga [찼rea do antigo Munic챠pio Loricense]

As seis freguesias que rodeiam Loriga,e que fazem parte da Associa챌찾o de
Freguesias da Serra da Estrela,com sede nesta vila [resumo].

Alvoco da Serra

Alvoco da Serra 챕 uma freguesia portuguesa da Regi찾o de Loriga, com 37,57
km짼 de 찼rea e 646 habitantes (2001). Densidade: 17,2 hab/km짼.
A freguesia 챕 constitu챠da por cinco localidades: Alvoco da Serra (sede da
freguesia), Outeiro da Vinha, Vasco Esteves de Baixo, Vasco Esteves de Cima
e Aguincho.
Alvoco da Serra recebeu foral de D. Manuel I em 17 de Fevereiro de 1514,data
em que deixou de pertencer ao concelho de Loriga. Foi vila e sede de
concelho entre esta data e 1836, ano em que o concelho foi extinto. Tinha,
em 1801, 667 habitantes. Entre 1836 e 1855 pertenceu novamente ao concelho
de Loriga, ap처s o que passou a integrar o concelho de Seia.

Cabe챌a

Cabe챌a 챕 uma freguesia portuguesa da Regi찾o de Loriga, com 8,55 km짼 de 찼rea
e 229 habitantes (2001). Densidade: 26,8 hab/km짼. Durante muitos anos foi
conhecida como São Romão de Cabeça.Até ao século XIX pertenceu ao concelho,à
paróquia e à freguesia de Loriga.
A sua popula챌찾o vive em grande parte da agricultura e da pastor챠cia.
Ant처nio de Almeida Santos, ministro em v찼rios Governos, ex-presidente da
Assembleia da Rep첬blica, filho de uma loricense, nasceu em Cabe챌a, numa
챕poca em que dava aulas na escola prim찼ria local.

Sazes da Beira


Sazes da Beira 챕 uma freguesia portuguesa da Regi찾o de Loriga, com 6,39 km짼
de 찼rea e 341 habitantes (2001). Densidade: 53,4 hab/km짼.
A primeira fixa챌찾o definitiva deu-se (sup천e-se) no s챕culo XV, no lugar
chamado de "Sazes Velho".
Em 1527 tinha a aldeia 65 pessoas. No entanto e continuando à procura de
proximidade da água levou à fundação do que é hoje a aldeia de Sazes da
Beira propriamente dita. N찾o se sabe a data da funda챌찾o da sua
freguesia/par처quia, mas sabe-se que foi no in챠cio do s챕culo XVIII.Em 1731 챕
edificada a sua Igreja Matriz.
Desde a sua fundação, Sazes pertenceu sempre ao concelho de Sandomil até à
extin챌찾o deste em 1836, data em que passou a pertencer ao munic챠pio de
Loriga.No meio de todas as remodela챌천es administrativas efectuadas (em que
Sandomil esteve prestes a pertencer ao concelho de Loriga), a freguesia de
Sazes (correspondente a todo o territ처rio da sua par처quia) pertenceu ao
concelho de Loriga at챕 1855,data em que este foi extinto.

Teixeira

Teixeira 챕 uma freguesia portuguesa da Regi찾o de Loriga, com 12,88 km짼 de
찼rea e 233 habitantes (2001). Densidade: 18,1 hab/km짼.
Pertenceu ao concelho de Loriga at챕 1514 data em que Alvoco da Serra recebeu
foral de D. Manuel I, passando depois a fazer parte do novo concelho da Vide
no in챠cio do s챕culo XVII.
Voltou a ser inclu챠da no munic챠pio de Loriga, com a extin챌찾o do concelho de
Vide em 1834, e at챕 1855. Passa ent찾o para o concelho de Seia ao qual
pertence actualmente.

Valezim


Valezim 챕 uma freguesia portuguesa da Regi찾o de Loriga, com 10,94 km짼 de
찼rea, 382 habitantes (2001) e densidade populacional de 34,9 hab/km짼.
O seu nome prov챕m de vallecinus (palavra do latim para vale pequeno).Outra
hip처tese,baseada numa antiga lenda,n찾o tem qualquer fundamento,apesar de
essa lenda ter origem em factos hist처ricos relacionados com Loriga.
As principais actividades económicas da população estão ligadas à
agricultura e pastorícia, turismo de habitação e à construção civil.
O seu primeiro foral 챕 atribu챠do em 1201, por D. Jo찾o de Frois. Em 1514 챕
renovado por D. Manuel I, e passa a constituir um concelho formado apenas
pela freguesia da sede. Entre os anos de 1836 e 1855 pertenceu ao concelho
de Loriga.
Nessa data foi integrado no concelho de Seia, onde pertence.
A sua maior festividade 챕 em honra de Nossa Senhora da Sa첬de, realizada
anualmente, no primeiro Domingo de Setembro.

Vide


Vide 챕 uma freguesia portuguesa da Regi찾o de Loriga, com 51,25 km짼 de 찼rea e
843 habitantes (2001), com uma densidade populacional de 16,4 hab/km짼.
Est찼 situada na zona centro do pa챠s, no Parque Natural da Serra da Estrela,
a uma dist창ncia de 25 Km da Torre.
A freguesia engloba as seguintes e pequenas povoa챌천es anexas:
Abitureira,Baiol,Balocas,Baloquinhas,Barreira,Barriosa,Barroco da
Malhada,Borracheiras,Carvalhinho,Casal do Rei,Casas Figueiras,Cide, Ch찾o
Cimeiro,Coucedeira,Costeiras,Fontes do Cide,Foz da Rigueira,Foz do
Vale,Fr찼digas,Gondufo,Lamigueiras,Malhada das Cilhas,Monteiros,Muro
,Obra,Outeiro,Ribeira,Rodeado,Sarnadinha,Silvadal e Vale do Cide.
Pertenceu ao concelho de Loriga at챕 ao in챠cio do s챕culo XVII,챕poca em que
recebeu foral.Foi vila e sede de concelho at챕 ao ano de 1834, tendo nessa
챕poca passado a pertencer novamente ao munic챠pio loriguense at챕 1855, ano em
que foi integrado no concelho de Seia. Em 1801 era constitu챠do apenas pela
freguesia da sede e tinha 750 habitantes.
Últimos estudos, levados a cabo em 2002, confirmam que o povoamento do Vale
de Loriga em cujo extremo se encontra Vide, remonta pelo menos aos finais do
Paleol챠tico Superior.
Entre as zonas de Entre-찼guas e de Ferradurras, nesta freguesia, h찼 alguns
n첬cleos rochosos que possuem v찼rias inscri챌천es rupestres, as maiores
descobertas at챕 agora, que foram objecto de estudo, e que segundo os tra챌os
gerais apresentados, pertencem à Idade do Bronze. A aldeia da Vide tem
v찼rios acessos sendo os principais a EN 230, que vem de Oliveira do
Hospital, e a EN 238, na Portela de Loriga, cruzamento com a EN 231 que une
Loriga a Seia.






       




Blog EntryJun 22, '08 4:37 PM
by lusitanorum for everyone
VIRIATO,LIDER LUSITANO E HEROI NACIONAL EM PORTUGAL

VIRIATHUS,LUSITANIAN LEADER AND PORTUGUESE NATIONAL HERO




"...Sucedeu o pastor Viriato,natural de Lobriga,hoje a vila de
Loriga,no cimo da Serra da Estrela,Bispado de Coimbra,ao qual, aos
quarenta anos de idade,aclamaram Rei dos Lusitanos,e casou em Évora
com uma nobre senhora no ano 147..."
(Livro manuscrito Hist처ria da Lusit창nia,Bispo-Mor do Reino,1580)

Viriato - A primeira figura da identidade lusa

Todos os grandes historiadores,come챌ando pelos romanos
antigos,elogiam as grandes qualidades de Viriato.Nelas se destacam,a
intelig챗ncia,o humanismo,a capacidade de lideran챌a,e a sua grande
vis찾o de estratega militar e pol챠tico.
A este grande homem,que liderou os Lusitanos,antepassados dos
Portugueses,os romanos só conseguiram vencer recorrendo à vergonhosa
trai챌찾o cobarde.Este homem,tal como outras grandes personagens da
hist처ria,tinha origens humildes,provando-se na 챕poca,tal como
hoje,que as capacidades individuais n찾o dependem do estrato
social,nem das habilita챌천es acad챕micas.Viriato,era apenas um
pastor,habituado desde crian챌a a percorrer as altas montanhas dos
Herm챠nius (actual Serra da Estrela),onde nasceu,e que conhecia como
a palma das suas m찾os.Um conhecimento que lhe valeu quando enfrentou
os romanos,naquela que foi a maior fortaleza da Lusit창nia,onde os
invasores tiveram mais dificudades.
Ali se situava a terra-natal de Viriato,a localidade mais pr처xima do
ponto mais alto da serra,um povoado fortificado,ao qual os romanos
puseram o nome de Lorica,designa챌찾o para antiga coura챌a guerreira
(LORICA LUSITANORUM CASTRUM EST).

Algumas cita챌천es de alguns dos maiores antigos historiadores
romanos:
-"...Viriato,um Lusitano de nascimento,sendo pastor desde crian챌a
nas altas montanhas* da Lusit창nia,foi para todos os romanos motivo
do maior terror.A pr챠ncipio armando emboscadas,depois devastando
prov챠ncias,por 첬ltimo vencendo,pondo em fuga,subjugando ex챕rcitos de
Pretores e C척nsules romanos. ..."(Or처sio(5.4.1)
-"...Viriato,nascido e criado nas mais altas montanhas* da
Lusit창nia,onde foi pastor desde crian챌a,conseguiu reunir o apoio de
todo o seu povo para sacudir o jugo romano,e fundar uma grande na챌찾o
livre na Hisp창nia (Pen챠nsula Ib챕rica). .."(Floro(1.33)
-"...Este Viriato era origin찼rio dos Lusitanos...Sendo pastor desde
crian챌a,estava habituado a uma vida dura nas altas
montanhas*...Famoso entre as popula챌천es,foi por eles escolhido como
chefe..."(Diodoro S챠culo(33.1.1-4)
 
*Herm챠nius,actual Serra da Estrela
 

Viriato,na voz do maior poeta luso:

"...Assi o gentio diz.Responde o Gama:
Este que v챗z,pastor j찼 foi de gado;
Viriato sabemos que se chama,
Destro na lan챌a,mais que no cajado;
Injuriada tem de Roma a fama,
Vencedor invencibil,afamado.
N찾o t챗m com ele n찾o,nem ter puderam,
O primor que com Pirro j찼 tiveram."

Lu챠s de Cam천es
(Lus챠adas)

Viriato na voz de outro grande poeta luso:

"Se a alma que sente e faz conhece
S처 porque lembra o que esqueceu,
Vivemos,ra챌a,porque houvesse
Mem처ria em n처s do instinto teu.
Na챌찾o porque reencarnaste
Povo porque ressucitou
Ou tu,ou do que eras a haste
Assim se Portugal formou.
Teu ser 챕 como aquela fria
Luz que precede a madrugada,
E 챕 j찼 o ir a haver o dia
No antemanh찾 confuso nada."

Fernando Pessoa
(Mensagem)


Viriathus,lusitanian hero


In 147 b.C.,thousands of Lusitanian warriors found themselves
surrounded by the military forces of magistrate Caio Vet챠lio.At
first this seemed like just another roman attempt to seize the
Iberian Pen챠nsula in the on going war in which the Roman Republic
had led for years.But pursued by the enemy,the Lusitanians elect one
of their own and hand him absolute power.Born in
Lobriga,Lusitania,Lorica for the romans,current Loriga,Portugal,this
man,who for seven will taunt the Romans,is called Viriathus.
Between 147 and 139,the year in which he was killed (murder by the
Romans,he was assassinated wihle sleeping),Viriathus successively
defeated Roman armies,led a greater part of the Iberian peoples into
revolt and was responsible for the beginning of the war of Num창ncia.
After the murder,the Lusitanian guerrilla was continued to
resist,"the women boke arms with the men,who died with a will,not a
man of them showing his back,or uttering a cry.Of the women who were
captured some killed themselves,others slew their children also with
their own hands,considering death preferable to captivity".
Viriathus,is considered the first lusian figure and also national
hero in Portugal.It was born without a doubt in the
Herm챠nius,current Mountain range of the Star(Serra da
Estrela),wehere he was shepherd since child,more precisely in
Lobriga,Lorica for the romans,current Loriga.
Viriathus,was praised had to is great qualities human beings,and of
great strategist to military and diplomat,inclusively for the old
romans historians.Viriathus,proved that at the time,such as
today,the individual capacities do not depend on the social estratum
nor of the academical qualifications.Viriato,was only one
shepherd,accustomed since child to cover mountains of the heart of
the Lusitania.
Rome,the superpower of the time,only obtained to arrange away it to
win;resort to the shameful and dishonourable treason
coward!Curiously,it was after an act of high treason of the part of
the romans,which cost the life the thousand of disarmed
Lusitanians,that Viriato was elect to leader for is compatriots.
Viriathus,leader that it directed with effectiveness the resistance
of the Lusitanians,ancestors of the Portugueses,against a powerful
invader,is considered since its time an example to follow.
Viriathus was a true military genious,politician and
diplomat.But,moreover,he was the defender of a world asphyxiated by
the great roman dominion.The world in which the very roots of
Portugal are implanted.





Blog EntryApr 29, '08 1:58 AM
by lusitanorum for everyone

http://pt.wikipedia.org/wiki/Loriga

Loriga
 
      Gentílico - Loricense ou Loriguense
      Concelho - Seia
      Área - 36,52 km²
      População - 1 370 hab. (2005)
      Densidade - 37,51 hab./km²
      Orago - Santa Maria Maior
      Código postal - 6270
      Freguesias de Portugal
 
Loriga 챕 uma vila e freguesia portuguesa do concelho de Seia, distrito da
Guarda. Tem 36,52 km짼 de 찼rea, 1 370 habitantes (2005) e densidade
populacional
de 37,51 hab/km짼.

      Índice
        1 Breve história
        2 Rua da Oliveira
        3 Bairro de São Ginês (S.Gens)
        4 Acordos de geminação
        5 Ver também
        6 Ligações externas

 
Loriga (pron.IFA [lo' riga ]) 챕 uma vila e freguesia portuguesa do concelho
de Seia, distrito da
Guarda. Tem 36,52 km짼 de 찼rea, 1 367 habitantes (2005) e densidade
populacional de 37,51 hab/km짼.
tem uma povoa챌찾o anexa, o Font찾o.
 
Loriga encontra-se a 20 km de Seia, 80km da Guarda e 300km de Lisboa. A vila
챕 acess챠vel pelas estradas EN
231 e EN 338, e tem acesso directo à Lagoa Comprida, pela EN338, estrada
conclu챠da em 2006, com mais de quatro d챕cadas de atraso, seguindo um
tra챌ado pr챕-existente, com um percurso de 9,2 km de paisagens deslumbrantes,
entre as cotas 960m
(Portela de Loriga) e 1650m, junto à Lagoa Comprida.
 
É conhecida como a "Suíça Portuguesa" devido à sua extraordinária
localiza챌찾o geogr찼fica. Est찼
situada a cerca de 770m de altitude, na sua parte urbana mais baixa, rodeada
por montanhas, das
quais se destacam a Penha dos Abutres (1828m de altitude) e a Penha do Gato
(1771m), e 챕 abra챌ada
por dois cursos de 찼gua: a Ribeira de Loriga e a Ribeira de S.Bento, que
desagua na primeira depois da E.T.A.R.
para formarem um dos afluentes do Rio Alva.
 
Est찼 dotada de uma ampla gama de infrastrutras f챠sicas e culturais, que
abrangem v찼rios campos e todos os grupos
et찼rios, das quais se destacam, por exemplo, o Grupo Desportivo Loriguense,
fundado em 1934, a
Sociedade Recreativa e Musical Loriguense, fundada em 1905, os Bombeiros
Volunt찼rios de Loriga,
criados em 1982, cujos servi챌os se desenvolvem para l찼 dos limites da
freguesia, numa àrea praticamente equivalente ao antigo concelho de Loriga,
a Casa de Repouso N짧.
Sr짧. da Guia, uma das 첬ltimas obras sociais de relevo, e a Escola C+S Dr.
Reis Leit찾o.

Ao longo do ano celebram-se de maneira especial o Natal, a P찼scoa (com a
Amenta das Almas -
cantos nocturnos masculinos, que evocam as almas de entes falecidos por
altura da Quaresma), festas
em honra de Sto. Ant처nio (durante o m챗s Junho) e S. Sebasti찾o (no 첬ltimo
Domingo de Julho), com
as respectivas mordomias e prociss천es. Por챕m, o ponto mais alto das
festividades religiosas 챕 a festa
dedicada à padroeira dos emigrantes de Loriga, Nª. Srª. da Guia, que se
realiza todos os anos, no primeiro Domingo
de Agosto. No segundo Domingo, tem lugar a festa em honra de N짧. Sr짧. da
Ajuda, no Font찾o de Loriga.

Breve hist처ria

Fundada originalmente no alto de uma colina entre ribeiras onde hoje existe
o
centro histórico da vila, o seu nome primitivo,anterior à chegada dos
romanos,era Lobriga. O local foi escolhido h찼 mais de dois mil e seiscentos
anos, devido à facilidade de defesa (uma colina entre ribeiras),à abundância
de
àgua e de pastos, bem como ao facto de a as terras mais baixas
providenciarem
alguma ca챌a,e condi챌천es m챠nimas para a pr찼tica da agricultura. Desta forma
estavam garantidas as condi챌천es m챠nimas de sobreviv챗ncia para uma popula챌찾o
e
povoa챌찾o com alguma import창ncia.

O nome veio,da localiza챌찾o estrat챕gica da povoa챌찾o,do seu protagonismo e dos

seus habitantes,nos Herm챠nios (actual Serra da Estrela) na resist챗ncia
lusitana,
o que levou os romanos a porem-lhe o nome de Lorica (antiga coura챌a
guerreira).Os Hermínius eram o coração e a maior fortaleza da Lusitânia. É
um
facto que os romanos lhe deram o nome de Lorica,nome de coura챌a guerreira, e

deste nome derivou Loriga (designa챌찾o iniciada pelos Visigodos), e que tem o

mesmo significado. É um caso raro, em Portugal, de um nome bimilenar,um dos
factos que justificam que a coura챌a seja a pe챌a central e principal do
bras찾o
histórico da vila.É um nome muito antigo e de grande valor histórico para a
vila.

Situada na parte Sudoeste da Serra da Estrela, a sua beleza paisag챠stica 챕 o

principal atractivo de refer챗ncia. Os socalcos e sua complexa rede de
irriga챌찾o
s찾o um dos grandes ex-libris de Loriga, uma obra gigantesca constru챠da pelos

Loricenses ao longo de muitas centenas de anos e que transformou um vale
belo,
mas rochoso, num vale fértil.É uma obra que ainda hoje marca a paisagem do
bel챠ssimo Vale de Loriga,faz parte do patrim처nio hist처rico da vila,e 챕
demonstrativa do g챕nio dos Loricenses.

Em termos de patrim처nio hist처rico, destacam-se tamb챕m a ponte e a estrada
romanas (s챕culo I a.C.), uma sepultura antropom처rfica (s챕culo VI a.C.), a
Igreja
Matriz (s챕culo XIII, reconstru챠da), o Pelourinho (s챕culo XIII,reconstru챠do),
o
Bairro de São Ginês (São Gens) com origem anterior à chegada dos romanos, a
Rua
de Viriato,o heroi lusitano que a tradi챌찾o local,e diversos antigos
documentos,encontram origens nesta antiqu챠ssima povoa챌찾o.A Rua da Oliveira,
pela
sua peculiaridade,situada na àrea mais antiga do centro histórico da
vila,recorda algumas das caracter챠sticas urbanas da 챕poca medieval. A
estrada
romana e uma das duas pontes (a outra ru챠u no s챕culo XVI ap처s uma grande
cheia
na Ribeira de S. Bento), com as quais os romanos ligaram Lorica, na
Lusit창nia,
ao restante imp챕rio, merecem destaque.

Tamb챕m o Bairro de S찾o Gin챗s ( S. Gens )챕 um ex-libris de Loriga, e nele
destaca-se a capela de Nossa Senhora do Carmo constru챠da no local de uma
antiga
ermida visigótica precisamente dedicada àquele santo. Quando os romanos
chegaram, a povoa챌찾o estava dividida em dois n첬cleos: O maior, mais antigo e

principal, situava-se na àrea onde hoje existem a Igreja Matriz e parte da
Rua
de Viriato, e estava fortificado com muralhas e pali챌ada. No local do actual

Bairro de S.Gin챗s (S.Gens), existiam j찼 algumas habita챌천es encostadas ao
promont처rio rochoso, em cima do qual os Visigodos constru챠ram mais tarde uma

ermida dedicada àquele santo.
Loriga era uma paróquia pertencente à Vigariaria do Padroado Real e a Igreja

Matriz foi mandada construir em 1233 pelo rei D. Sancho II. Esta igreja,
cujo
orago era j찼 o de Santa Maria Maior,e que se mant챕m, foi constru챠da no local
de
um outro antigo e pequeno templo, do qual foi aproveitada uma pedra com
inscri챌천es visig처ticas, que est찼 colocada na porta lateral virada para o
adro.
De estilo rom창nico, com tr챗s naves, e tra챌a exterior lembrando a S챕 Velha de

Coimbra, esta igreja foi destru챠da pelo sismo de 1755, dela restando apenas
partes das paredes laterais.

O sismo de 1755 provocou enormes estragos na vila, tendo arruinado tamb챕m a
resid챗ncia paroquial e aberto algumas fendas nas robustas e espessas paredes
do
edif챠cio da C창mara Municipal constru챠do no s챕culo XIII. Um emiss찼rio do
Marqu챗s
de Pombal esteve em Loriga a avaliar os estragos mas, ao contr찼rio do que
aconteceu com a Covilh찾 (outra localidade serrana muito afectada), n찾o
chegou do
governo de Lisboa qualquer aux챠lio.
Loriga 챕 uma vila industrial (t챗xtil) desde o in챠cio do s챕culo XIX, chegou a
ser
uma das localidades mais industrializadas da Beira Interior, e a actual sede
de
concelho s처 conseguiu suplant찼-la quase em meados do s챕culo XX.Tempos houve
em
que,s처 Covilh찾 ultrapassava Loriga em n첬mero de empresas.Nomes de
empresas,tais
como;Regato,Redondinha,Fonte dos Amores,Tapadas,F창ndega,Leit찾o &
Irm찾os,Augusto
Luis Mendes,Lamas,Nunes Brito,Moura Cabral,Lorimalhas,etc,fazem parte da
rica
hist처ria industrial desta vila.A principal e maior avenida de Loriga tem o
nome
de Augusto Lu챠s Mendes, o mais destacado dos antigos industriais
Loricenses.Apesar,por exemplo,dos maus acessos,que se resumiam à velhinha
estrada romana de Lorica com dois mil anos,o facto 챕 que os Loricenses
transformaram Loriga numa vila industrial progressiva,o que confirma o seu
g챕nio.Mas,Loriga acabou por ser derrotada por um inimigo pol챠tico e
administrativo,local e nacional,contra o qual teve que lutar desde o s챕culo
XIX.

A hist처ria da vila de Loriga 챕, ali찼s, um exemplo das consequ챗ncias que os
confrontos de uma guerra civil podem ter no futuro de uma localidade e de
uma
regi찾o. Loriga tinha a categoria de sede de concelho desde o s챕culo XII,
tendo
recebido forais em 1136 (Jo찾o Rh창nia, senhorio das Terras de Loriga durante
cerca de duas d챕cadas, no reinado de D.Afonso Henriques), 1249 (D.Afonso III
),
1474 ( D.Afonso V ) e 1514 ( D.Manuel I ), mas, por ter apoiado os chamados
Absolutistas contra os Liberais na guerra civil portuguesa, teve o castigo
de
deixar de ser sede de concelho em 1855.A conspira챌찾o movida por desejos
expansionistas da localidade que beneficiou com o facto,precipitou os
acontecimentos.Tratou-se de um grave erro pol챠tico e administrativo,como
ali찼s
tem vindo a confirmar-se.
Foi no m챠nimo um caso de injusta vingan챌a pol챠tica,numa 챕poca em que n찾o
existia
democracia e reinavam o compadrio e a corrup챌찾o,e assim come챌ou o decl챠nio
de
toda a Regi찾o de Loriga (antigo concelho de Loriga).Se nada de
verdadeiramente
eficaz for feito, come챌ando pela vila de Loriga, esta regi찾o estar찼
desertificada dentro de poucas d챕cadas,o que,tal como em rela챌찾o a outras
relevantes terras hist처ricas do interior do pa챠s,ser찼 concerteza considerado

como uma vergonha nacional.Confirmaria tamb챕m a 처bvia exist챗ncia de graves e

sucessivos erros nas pol챠ticas de coes찾o,administra챌찾o e ordenamento do
territ처rio.Para evitar tal situa챌찾o,vergonhosa para o pa챠s,챕 necess찼rio no
m챠nimo por em pr찼tica o que j찼 챕 reconhecido no papel;Desenvolver a vila de
Loriga,polo e centro da regi찾o.
A 찼rea onde existem as actuais freguesias de Alvoco da Serra, Cabe챌a, Sazes
da
Beira, Teixeira, Valezim, Vide, e as mais de trinta povoa챌천es anexas,
pertenceu
ao Munic챠pio Loricense.A vila de Loriga,situa-se a vinte quil처metros da
actual
sede de concelho, e algumas freguesias da sua regi찾o situam-se a uma
dist창ncia
muito maior.

A Regi찾o de Loriga, 찼rea do antigo Munic챠pio Loricense,constitui tamb챕m a
Associa챌찾o de Freguesias da Serra da Estrela,com sede na vila de Loriga.
Loriga e a sua regi찾o possuem enormes potencialidades tur챠sticas,e as 첬nicas

pistas e estância de esqui existentes em Portugal,estão localizadas na àrea
da
freguesia da vila de Loriga.

Rua da Oliveira

A rua da Oliveira 챕 uma rua situada no centro hist처rico da vila. A sua
escadaria
tem cerca de cem degraus em granito, o que lhe d찼 caracter챠sticas
peculiares.Esta rua recorda muitas das caracter챠sticas urbanas medievais do
centro hist처rico da vila de Loriga.

Bairro de S찾o Gin챗s (S.Gens)

O bairro de S찾o Gin챗s 챕 um bairro do centro hist처rico de Loriga cujas
caracteristicas o tornam num dos bairros mais conhecidos e tipicos da vila.
As
melhores festas de S찾o Jo찾o eram feitas aqui. Curioso 챕 o facto de este
bairro
do centro hist처rico da vila dever o nome a S찾o Gens, um santo de origem
c챕ltica
matirizado em Arles, na G찼lia, no tempo do imperador Diocleciano, orago de
uma
ermida visig처tica situada na 찼rea. Com o passar dos s챕culos os loricenses
mudaram o nome do santo para S.Gin챗s, talv챗z por ser mais f찼cil de
pronunciar.
Este n첬cleo da povoa챌찾o, que j찼 esteve separado do principal e mais antigo,
situado mais abaixo, é anterior à chegada dos romanos.

Acordos de gemina챌찾o

Loriga celebrou acordo de gemina챌찾o com:
  A vila,actual cidade de Sacavém, no concelho de Loures, em 1 de Junho de
1996.

Ver tamb챕m
  Geografia romana em Portugal
 
Liga챌천es externas
  Portal Loriga News
  Principal página de Loriga


http://pt.wikipedia.org/wiki/Loriga .
O conte첬do desta p찼gina est찼 sob a GNU Free Documentation License 1.2., e ao
seu autor ( um conhecido historiador e divulgador Loriguense ).

Entretanto a p찼gina foi vandalizada, tendo sido apagados conte첬dos e
introduzidos conte첬dos errados, incluindo a imagem de um bras찾o ilegal e n찾o
oficial.





Blog EntryMar 12, '08 10:42 PM
by lusitanorum for everyone

            
              It comes to invest in Loriga
                                                                            

            
            The beautiful,historical small city of Loriga has many and
            enormus tourist potentialities for to profit.
            If to pretend to invest in tourism,the particular or
            enterprise heading,and appreciate the nature and
            history,Loriga is the ideal place for himself.
            But,the beautiful and historical Loriga,is also an industrial
            city has two centurys.Loriga also is opened to any
            industrial investement since that it respects the
            spectacular nature that involves the city.
            They are welcome to the beautiful,historical Loriga,land
            of Viriathus!
           



Blog EntryMar 12, '08 10:40 PM
by lusitanorum for everyone
              Viriathus,lusitanian hero



                                    
                                       Viriathus was born in Loriga

            In 147 b.C.,thousands of Lusitanian warriors found themselves
            surrounded by the military forces of magistrate Caio Vetílio.At
            first this seemed like just another roman attempt to seize the
            Iberian Península in the on going war in which the Roman
Republic
            had led for years.But pursued by the enemy,the Lusitanians elect
one
            of their own and hand him absolute power.Born in
            Lobriga,Lusitania,Lorica for the romans,current
Loriga,Portugal,this
            man,who for seven will taunt the Romans,is called Viriathus.
            Between 147 and 139,the year in which he was killed (murder by
the
            Romans,he was assassinated wihle sleeping),Viriathus
successively
            defeated Roman armies,led a greater part of the Iberian peoples
into
            revolt and was responsible for the beginning of the war of
Num창ncia.
            After the murder,the Lusitanian guerrilla was continued to
            resist,"the women boke arms with the men,who died with a
will,not a
            man of them showing his back,or uttering a cry.Of the women who
were
            captured some killed themselves,others slew their children also
with
            their own hands,considering death preferable to captivity".
            Viriathus,is considered the first lusian figure and also
national
            hero in Portugal.It was born without a doubt in the
            Hermínius,current Mountain range of the Star(Serra da
            Estrela),wehere he was shepherd since child,more precisely in
            Lobriga,Lorica for the romans,current Loriga.
            Viriathus,was praised had to is great qualities human beings,and
of
            great strategist to military and diplomat,inclusively for the
old
            romans historians.Viriathus,proved that at the time,such as
            today,the individual capacities do not depend on the social
estratum
            nor of the academical qualifications.Viriato,was only one
            shepherd,accustomed since child to cover mountains of the heart
of
            the Lusitania.
            Rome,the superpower of the time,only obtained to arrange away it
to
            win;resort to the shameful and dishonourable treason
            coward!Curiously,it was after an act of high treason of the part
of
            the romans,which cost the life the thousand of disarmed
            Lusitanians,that Viriato was elect to leader for is compatriots.
            Viriathus,leader that it directed with effectiveness the
resistance
            of the Lusitanians,ancestors of the Portugueses,against a
powerful
            invader,is considered since its time an example to follow.
            Viriathus was a true military genious,politician and
            diplomat.But,moreover,he was the defender of a world asphyxiated
by
            the great roman dominion.The world in which the very roots of
            Portugal are implanted.
                                                 
                                



Blog EntryMar 12, '08 10:38 PM
by lusitanorum for everyone
            Concise note on the history


            Loriga is an ancient,beautiful and historic small portuguese
            town,located in the Serra da Estrela mountains.- Historical
center
            of the town.
            Known as Lobriga by the Lusitanians and Lorica by the Romans,it
is
            more 2600 years old.Lorica,was the name given by the Romans the
            Lobriga,population the was,in the Hermínius(current Serra da
Estrela
            mountains)a strong Lusitanian bastion against the romans
            invaders.The Hermínius had been the biggest lusitanian fortress
and
            situated Lorica in the heart of this fortress,close to the high
            point.Lorica,latin it,is name of old warlike harness,from that
it
            derived Loriga,with signification.The Romans had the same put
such
            name to it,due to its strategical position in the mountain
range,and
            to its protagonism during the war with Lusitanians.(LORICA
            LUSITANORUM CASTRUM EST).This a case  rare of a name that if it
            practically keeps unchanged has two a thousand years,being
highly
            significant of the antiquity and the history of the
population(the
            Lorica is the central piece in the coat of arms).
            The population was established strategically in the high one of
a
            hill,between two banks,in an beautiful origin valley
glacier,where
            the presence human being exists has,at least,five a thousand
            years.Ignore if as it is evident,remote date of the
foundation,but
            it is known that the population exists more than has two
thousand
            and six hundred years,and appeared originally in the same place
            where today Valley of Loriga is the historical center of the
town.No
            exist currently,beyond the town,the villages of
Cabe챌a,Muro,Casal do
            Rei,and Vide.
            Of the time daily pay Roman exists,for example an antropomorphus

            sepulture,in a place where one old sanctuary existed,at a time
where
            the name of the population was Lobriga,etymology of evident
origin
            celtic.Lobriga,was an important strenghtened population,Celtic
and
            Lusitanian,in the mountain range.Notable people from Loriga
include
            Viriathus (known as Viriato in portuguese),a famous Lusitanian
            leader and portuguese national hero.
            The local tradition,and diverse old documents,point Loriga as
having
            been cradle of Viriathus,that was born,without a doubt,in the
            Hermínius,where the existing description in the book was
interesting
            shepherd since child.The manuscript History of the Lusitania,of
            Bispo-Mor do Reino(1580):"...Succeeded the Viriato shepherd,born
in
            Lobriga,today the small town of Loriga,in the top of a mountain
of
            the mountain range of the Star,Bishopric of the Coimbra,to
which,the
            forty years of age,will acclaim King of the Lusitanians,and
married
            in Évora with a noble lady in year 147...".A main street,of the
àrea
            oldest of the historical center of the town has the name of
            Viriathus.
            Still today parts of the road,and one of the two bridges(century
I
            b.C.),with that the Romans had bound to Lorica to remain
empire.A
            bridge still existing Roman,on the bank of Loriga,it is in good
            condition of conservation,and is a good unit of the architecture
of
            the time.The road Roman bound to Lorica the
           
Egit창nia(Idanha-a-Velha),Talabara(Alpedrinha),Sellium(Tomar),Scallabis(Santa
r챕m),Olisipo(Lisbon)
            and the
  
         Longóbriga(Longroiva),Verurium(Viseu),Balatucellum(Bobadela),Conímb
riga(Condeixa-a-Velha)
            and Aeminium(Coimbra).
            When the Romans arrived,the population were divided in two
separate
            nucleus for few hundreds of meters.The bigger and main he was
placed
            in the àrea where today the First Church and part of the Street
of
            Viriathus,being defended by walls and palisade.The exist another

            nucleus,constituted only some habitations,it a small promontory
            rocky.In local exists the Quarter of S.Ginês (S.Gens).
            Loriga,was also important for the Visigods,which had left
            ermida,probably the older christian temple construted in the
            locality,dedicated to the S.Gens,a saint of celtic
origin,martirize
            in Arles,the Gália,the time of emperor Diocleciano.A suffered
            workmanships from alteration and patron was substituted,starting
to
            be Ours Saint Mary Lady of the Carmo.With the ticket of the
            centuries,the loricenses had started to know the saint for
            S.Ginês,today name of a quarter of the historical center of the
            town.A current derivation of the name,Loriga,started to be used
for
            the Visigods.
            The first church has,in one of lateral doors,a rock with
visigotics
            registrations,used to advantage when of the construction dated
of
            1233 and was proper king ( in the time D.Sancho II ) ordered to
            constrution.A old church,was a romanic temple with three
ships,with
            it traces fellow creature to the one of the old Sé de
Coimbra,even
            so the building had different dimensions,it had the ceiling one
and
            vault painted,and,when it was destroyed by the earthquake of
year
            1755,was possession pictures of the school of Grão Vasco in the
            walls.
            Since it reconquers christian,who Loriga was under the exclusive

            real administrative influence and ecclesiastical of
Coimbra,include
            the Vigariaria do Padroado Real.In the second half of century
XII
            already existed the Parish of Loriga,and the faithful of then
the
            small places or "couples"of the outskirts,came to the town to
attend
            the religious services.
            The town of Loriga,received municipal charters (Forais) from
            Rhânia(seigniory João of Lands of Loriga in the time of D.Afonso

            Henriques)in 1136,D.Afonso III in 1249,D.Afonso V in1474,and
            received charter new from D.Manuel I in 1514.With D.Afonso
III,the
            town returned to the ownership of the Crown,and in 1474,D.Afonso
V
            donated to Loriga to the Àlvaro Machado noble,axe donation
confirmed
            in 1477,and later for D.Manuel I.But meanwhile,after he death of
the
            related noble,the town was enclosed definitively in the goods of
the
            Crowh.In the century XIII,the municipality of Loriga enclosed
the
            understood area enters the Portela de Loriga (today also known
by
            Portela do Arão) and Pedras Lavradas,including the areas of the
            actuals clienteles of Alvoco da Serra,Cabeça,Teixeira,and
Vide.In
            the first half of the century XIX,in 1836,the Municipality of
Loriga
            passed to enclosed the populations of the Valezim and Sazes da
            Beira.Valezim,current historical village.Alvoco da Serra
received
            charter in 1514,and Vide received charter in the century
XVII,but
            the Municipality of Loriga in 1828 had come back to be part do
and
            1834 respectively,also in beginning century XIX.The seven
clienteles
            who occupy the area of the old Loricense Municipality,currently
            constitutes the called Region of Loriga and the Associação de
            Freguesias da Serra da Estrela with head office in Loriga.
            Loriga,is a industrial town(textile)since the beginning of
century
            XIX,when "it adhered"to the call industrial revolution,but,on
longer
            century XVI,the loricenses produced bureis and other cloths
            woollen.Later,the metallurgy,the pastry shop,and more
recently,the
            tourism(Loriga as enormous touristics potentialities),pillars of
the
            economy had started to be part of them of town.In Loriga they
are
            the only ski resort and existing ski trails in Portugal.Loriga
is
            the Luso Capital and capital of the snow in Portugal. 
            

          



Blog EntryMar 12, '08 10:37 PM
by lusitanorum for everyone
              Some historical dates



            446 B.C. - Arrive of the Celts,wich stablished in the actual
            Portugal and Galiza territory.
            218 B.C. - Begining of the roman invasion into Iberian
            Península,with the disembark of  Cneu Cipião.
            180 B.C. - Possible date of Viriathus born in Lobriga,known as
            Lorica by the Romans (actual Loriga),in Hermínius mons,heart of
the
            Lusitania.
            154 B.C. - First great battle between Lusitanians and Romans
            troops.The Lusitanians,comanded by Punico,maded a heavy loss in
the
            Roman armies.
            153 B.C. - Cesaro,in the comandof the Lusitanians,defeated the
            Romans,wich lost nine thousand men.
            151 B.C. - Servius Sulpícius Galba,after several combats and
after
            offer piece and lands to the Lusitanians,he convinced them to
            deliver their arms,and after this,Servius killed thousands of
            Lusitanians,and then selled the survivors,as slaves,by sending
them
            to Gaul.However,some of the survivors escaped;one of them was
            Viriathus.
            147 B.C. - Viriathus was elected chief of the Lusitanian
People.The
            Lusitanians,comanded by Viriathus,defeated the Romans,that had
lost
            thousands of men,including Pretor Vetílius.
            146 B.C. - A pretorian army,comanded by Plaucius,was defeated by

            Viriathus,and the Lusitanians killed thousands of Romans
troops.In
            the same year,the Romans losed their important
            army.Viriathus`Lusitanians defeated the roman forces of Claudius

            Unimanus,governor of the Citerior.
            145 B.C. - Viriathus`Lusitanians defeated the roman forces of
Caius
            Nigidius.
            143 B.C. - The roman forces of Fabius Maximus Aemilianus are
            defeated in Ossuma (near modern Córdoba).The roman forces of
Fabius
            Maximus Aemilianus are totally defeated near what is today the
city
            of Beja,in Alentejo.
            142 B.C. - Serviliano was defeated by Viriathus,dying more than
            three thousand Romans,and the survivors escaped in the nigth.
            140 B.C. - Fabius Servilianus,new Consul of Citerior,after
having
            sacked several cities loyal to Viriathus in Baetica and southern

            Lusitania,is defeated by the Lusitanians in Erisane (in
            Baetica).Thousands of Roman troops were surrounded by the
            Lusitanians,without any way of escaping.In a good will
alt,Viriathus
            proposed a treaty of piece, accepted by the roman Pretor,and
            suported by Rome.Viriathus was then considered as "friend of
Rome"
            to live in piece in their lands.
            139 B.C. - The Pro-Consul Servilio Cepião,with rome`s
            autorization,restarted the war,and ordered the assassination of
            Viriathus.The great Lusitanian leader was murdered in his tend
while
            he was sleeping.Rome,proud of it`s culture and
            civilization,finnished,in this shamed and deshonourable way,the
            Lusitanian resistance,wich prevailed,but with less deaths in the

            Roman armies.
            40 B.C. - Possible date of conclusion of the Roman road
construction
            in Lorica.
            20 B.C. - Defenitive demarcation of the Lusitania frontiers,wich

            covered the actual portuguese territory and that extended close
to
            Tolletum (actual Toledo). 
            

           



Blog EntryFeb 15, '08 1:30 AM
by lusitanorum for everyone
            Loriga -  Notas históricas



                           
            As origens de Loriga remontam há mais de dois mil e seiscentos
            anos.Sabe-se que,no século VI antes de Cristo,já existia na
            colina,onde hoje está o centro histórico da vila,uma povoação
cujos
            habitantes se dedicavam  fundamentalmente à pastorícia e à
            agricultura.
            Esta povoação tinha uma configuração curiosa pois estava
dividida em
            dois núcleos.Um deles,o mais antigo e principal,situava-se na
àrea
            onde hoje existem a Igreja Matriz e a parte superior da Rua de
            Viriato,e o seu perímetro era defendido por uma barreira
constitu챠da
            em parte por muros,em parte por paliçada de madeira.
            O outro núcleo da povoação,situava-se a algumas centenas de
metros
            mais acima,encostado a um promontório rochoso,onde hoje existe o

            Bairro de S.Ginês (S.Gens).Este núcleo que,até à época dos
            Romanos,tinha poucas habitações,ganhou então maior expansão que
se
            acentuou com a chegada dos Visigodos.Aliás,este actual bairro do

            centro histórico da vila,deve o nome a uma ermida construída
pelos
            Visigodos em cima do afloramento granítico,e cujo orago era
            S.Gens,nome que curiosamente os loricenses trocaram,séculos mais

            tarde,por S.Ginês,talvêz por ser mais fácil de pronunciar.Foram
            também os Visigodos que substituíram o nome latino Lorica,pela
            derivação Loriga,nome actual que tem o mesmo significado.
            Com a chamada romanização,surgiram pequenos núcleos
            habitacionais,com pouca expressão,que viriam a
            desaparecer,espalhados pelo Vale de Loriga.É que a romanização
            conduziu à morte inevitável dos castros lusitanos espalhados
pela
            serra que estavam situados em locais inviáveis,usados como
            refúgio,sítios onde a única vantagem existente era a facilidade
de
            defesa,e que não tinham os requisitos fundamentais para a
            permanência de uma povoação a longo prazo,tais como a existência

            próxima de àgua e terras próprias para a agricultura.
            Um exemplo clássico é o caso do castro que estava situado perto
da
            Portela de Loriga,numa colina que por esse facto se chama,do
            Castelo,e cujas ruínas já muito degradadas,ainda eram visíveis
no
            século XVIII.Os poucos habitantes desse castro,talvêz a
            maioria,devem ter-se fixado no castro vizinho de Lorica,que fora

            sempre maior e mais populoso,que estava sempre à vista e que
            conheciam bem.Aliás,havia vários locais do Vale de Loriga onde
            existiram habitações,que eram especiais,ou mesmo sagrados para
os
            habitantes destes dois castros.Um desses locais era certamente o
que
            hoje é conhecido por Campa,onde pode admirar-se uma sepultura
            antropomórfica com cerca de dois mil e seiscentos anos.
            Pela sua localização estratégica,numa colina defensável junto a
dois
            cursos de àguas abundantes,e próxima do ponto mais alto da
            serra,transformada pelos Lusitanos numa gigantesca fortaleza,a
            povoação rápidamente se tornou num bastião lusitano na luta
contra
            os poderosos Romanos.Não foi por acaso que,assim que começaram a
ter
            algum controlo sobre este coração da Lusitânia,os Romanos se
deram
            ao trabalho de construír uma estrada nesta zona montanhosa e
dif챠cil
            para ligarem Lorica ao restante império.Se mais nenhum dado
            existisse sobre a antiguidade da povoação naquela localização,a
            existência da estrada romana e o traçado escolhido,provam por si
que
            ali,naquela colina,já havia uma povoação com alguma
import창ncia.Se
            assim não fosse,a estrada teria tido um traçado
diferente,aproximado
            com o da actual EN231,evitando os declives existentes,e teria
sido
            mais fácil de construír para os Romanos.
            Para além dos ancestrais Lusitanos,os povos que mais influência
            exerceram em Loriga foram,pela ordem de chegada,os Celtas,os
            Romanos,e os Visigodos.A presença dos Mouros em Loriga foi
            escassa,já que eles nunca apreciaram muito estas paragens,foi
            portanto pouco influente,e foi também conflituosa,tendo sido
            expulsos pelo menos uma vêz pelos loricenses.Pode imaginar-se
quais
            teriam sido as consequências repressivas...Tais factos,este em
            concreto ocorrido no início da presença dos Mouros,deu origem à
            lenda da origem da aldeia vizinha de Valezim e que diz o
            seguinte:"...Tendo sido expulsos de Loriga,os Mouros chegaram
àquele
            vale e exclamaram:Neste vale sim!Decidiram então fundar ali uma
            povoação a qual ficou com o nome de Valezim devido à tal
            exclamação...".Claro que a origem do nome daquela aldeia
hist처rica
            não é essa,pois os Mouros não falavam português,e esse é o
pormenor
            da lenda que não tem nada de histórico.
            Com o nascimento de Portugal,Loriga passou a ter sempre a tutela

            real,salvo duas excepções.Uma,foi logo no início,no tempo do rei

            D.Afonso Henriques,em que Loriga,durante um breve período de
cerca
            de vinte anos,pertenceu ao fidalgo João Viegas,também conhecido
por
            João Rânia ou Ranha,que lhe deu o primeiro foral.A vizinha
aldeia de
            Sandomil pertencia também a esse fidalgo.A outra excepção foi no

            tempo do rei D.Afonso V em que as Terras de Loriga e o concelho
            passaram a pertencer ao fidalgo Àlvaro Machado,que era também
senhor
            de Oliveira do Hospital e de Sandomil.Àlvaro Machado era filho e

            herdeiro de Luís Machado e durante o reinado de D.Manuel I,o
            concelho e vila de Loriga voltaram à posse da
            Coroa.Loriga,aliás,pertencia também à Vigariaria do Padroado
Real,e
            foi o próprio rei,na época D.Sancho II,que mandou construír a
Igreja
            Matriz em 1233,igreja essa que acabaria destruída pelo sismo de
            1755.A igreja,construída no local de um pequeno templo
visig처tico,do
            qual foi aproveitado uma pedra com incrições,colocada por cima
de
            uma das portas laterais,era de estilo românico,com três naves,e
            traça exterior recordando a Sé Velha de Coimbra. O primeiro
foral
            régio concedido à vila de Loriga,teve o cunho de D.Afonso
            III,seguindo-se os forais de D.Afonso V e de D.Manuel I.
            A àrea das Terras e Concelho de Loriga,correspondia,até ao
in챠cio do
            século XIX, à mesma àrea onde hoje existem,além da vila,as
            freguesias de Cabeça,Vide,Alvoco da Serra e Teixeira.É o
territ처rio
            existente entre a Portela de Loriga e Pedras Lavradas.No século
XII
            a Portela de Loriga era a "fronteira" entre o Município
Loricense e
            o Couto de S.Romão até ao início do século XIII,quando Valezim
            recebeu foral,passando então a marcar o limite com aquele
            concelho.No início do século XIX o Município Loricense foi
ampliado
            para norte,passando a incluír as actuais freguesias de Valezim e

            Sazes da Beira.Todas as sete freguesias,incluíndo a
vila,constituem
            a Região de Loriga, e também a Associação de Freguesias da Serra
da
            Estrela,com sede na vila.
            O terramoto de 1755,como é óbvio,não provocou apenas a ruína da
            Igreja Matriz.Outros edifícios importantes foram afectados,tais
como
            a residência paroquial,que ficou sem a fachada,e o edifício da
            Câmara Municipal que abriu brechas,embora sem provocar a
ru챠na.Os
            danos em habitações foram também enormes,e a população de Loriga

            teve grandes dificuldades em recuperar da
trag챕dia.Miraculosamente o
            número de vítimas foi muito reduzido,apesar dos grandes estragos
em
            quase todos os edificios.Um emissário do Marquês de Pombal
esteve em
            Loriga a avaliar os prejuízos,mas nunca chegou do seu governo
            qualquer ajuda de monta,ao contrário do que aconteceu na
            Covilhã,outra localidade serrana também muito afectada.
            Desde o início do século XIX,que a indústria têxtil artesanal e
            doméstica,ligada à pastorícia e produção de lã,existente em
Loriga
            há muitos séculos,se organizou em modernas fábricas.Loriga
            transformou-se numa das localidades beirãs mais industriais,e
at챕
            meados do século XX foi a localidade mais industrializada da
àrea do
            actual concelho.Tempos houve em que,na região,só Covilhã
            ultrapassava Loriga em número de empresas.
            A indústria floresceu e desenvolveu-se graças ao espírito
            empreendedor dos loricenses,e apesar de,por exemplo,dos maus
            acessos.Até aos anos trinta do século XX,a única estrada de
acesso a
            Loriga que existia era a velhinha estrada romana,construída no
            século I antes de Cristo.Empresas como as fábricas da
            Fândega,Regato,Redondinha,Tapadas,Leitões, Lamas,que
infelizmente j찼
            não existem,ficaram na história.As indústrias de malhas e
            metalúrgica surgiram na primeira metade do século XX e ganharam
            também grande destaque.
            O turismo é hoje um pilar importante da economia da
            vila,destacando-se por exemplo,o facto de a única estância de
esqui
            existente em Portugal estar situada em Loriga,mais exactamente
na
            parte superior do vale com o mesmo nome.  
            
            



Homenagem
 
No dia 22 de Fevereiro passa mais um anivers찼rio do acidente de avia챌찾o ocorrido em 1944.
O tenente W.Walters,o tenente J.Barbour,o capitão R.T.Hildick e o tenente J.P.Thom,da South Africa Air Force,assim como os cabos J.L.Walker e H.E.Hedges,da Royal Air Force,perderam a vida quando o bombardeiro Hudson que tripulavam,embateu contra uma das altas montanhas sobranceiras à vila de Loriga.
A foto apresentada Ã© das campas destes militares que estão sepultados no cemitério de Loriga,e pode ver mais fotos através dos links de imagens deste site.
pode ver-se a homenagem aos militares sul africanos que perderam a vida naquele aidente.
 

Blog EntryJan 29, '08 1:34 AM
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LORIGA - Portugal web

   
                   LORIGA     

                   Bem-vindos a Loriga

                  A próxima vêz que fôr à Serra da Estrela, e se ainda não
                  conhece,não se esqueça que a serra não é apenas a subida
para
                  a Torre,seja pela Covilhã ou por Seia.Quem conhece e
visita
                  apenas essa parte da Serra da Estrela,tem ou fica com uma
                  ideia muito limitada do que é a serra,e conhece pouco do
muito
                  que ela tem para mostrar. Freguesia de Loriga
                       

                  Se a sua deslocação fôr pelo lado de Coimbra,pode ter o
                  privilégio de subir o belíssimo vale glaciar de Loriga,com
as
                  suas encostas verdejantes.Antes de chegar à vila de
                  Loriga,passará pelas belas
                  aldeias de Muro,Casal do Rei e Cabeça.Aldeias nas quais o
                  xisto ainda domina nas paredes das suas casas,aninhadas no

                  Vale de Loriga,envolvidas numa beleza
                  calma,repousante,inesquecível.
                  A subida pelo Vale de Loriga começa na aldeia de Vide ( à
qual
                  se chega pelo IP3,EN17 e EN 230 (IC6),e as encostas vão
                  surgindo cada vêz mais altas,à medida que o vale vai
                  estreitando e depois
                  alargando,tornando-se amplo para receber o casario da vila
de
                  Loriga,que já é visível.A aldeia de Cabeça ficou para trás
e
                  encontra uma estrada mais larga,é a EN 231,e o local
chama-se
                  ( já
                  era assim no século XII ) Portela de Loriga,também
conhecida
                  actualmente por Portela do Arão.Ali vira à direita e em
breve
                  está a entrar na vila. A descida do Vale de Loriga,o
caminho
                  inverso,também é espectacular.
                  Em alternativa,pode utilizar a EN338 a partir da aldeia de

                  Vide,seguindo um percurso menos interessante mas mais
                  rápido,lateral em relação ao Vale de Loriga.Esta estrada
passa
                  pela Portela de
                  Loriga. Pelo lado da Covilhã,sai da A 23,apanha a EN 230
no
                  Tortosendo,passa
                  por Unhais da Serra até encontrar um amplo cruzamento,num
                  local conhecido por Pedras Lavradas.
                  Entrou na Região de Loriga,na àrea do antigo Município de
                  Loriga.Aí vira à sua direita, começando a
                  percorrer uma das mais belas encostas da Estrela, passa
por
                  Alvoco da Serra,e a subida termina na entrada do Vale de
                  Loriga.A vista torna-se mais abrangente,mais bela,está no
                  Mirante de Loriga.
                  Pare,aproxime-se da berma da estrada ( existe um terraço
),e
                  contemple a beleza esmagadora que tem diante de si.Lá em
                  baixo,o casario da vila estende-se pelo imponente
                  vale,juntamente com muitas
                  centenas de socalcos,uma obra gigantesca feita pelos
                  loricenses ao longo de muitas centenas de anos.Socalcos
                  que,aliados a uma complexa rede de irrigação,
transformaram um
                  vale pedregoso num vale fértil.A imponência desta obra
                  gigantesca é mais visível na colina onde se ergue o centro

                  histórico da vila,local onde,há mais de dois mil e
seiscentos
                  anos surgiu a povoação.A colina ergue-se entre duas
                  ribeiras,qual ilha,um local sem dúvida bem escolhido pelos

                  antepassados dos loricenses.Desça e seja bem-vindo à vila.

                  Pelo lado de Seia,apanhe a EN 231 na direcção da
Covilh찾,entre
                  na
                  Região de Loriga passando pela bonita e histórica aldeia
de
                  Valezim e entre no Vale de Loriga pela Portela de
                  Loriga.Através da EN 338,existe o acesso rápido à Torre,e
                  vice-versa,através deste
                  cruzamento,permitindo também maior fluidês no trânsito nas

                  épocas de grande movimento turístico.A EN 338 liga a EN
                  230,junto da aldeia de
                  Vide,à EN 339 acima da Lagoa Comprida,através da Portela
de
                  Loriga,local onde cruza com a EN 231.
                  Caso não saiba,e seja praticante de esqui, fique a saber
                  que,as Pistas de Esqui estão dentro da àrea da freguesia
de
                  Loriga.A neve
                  é sempre um grande atractivo, no Inverno,e pode portanto
                  praticar esqui em Loriga.Mas,no Verão,também tem praia em
                  Loriga,mais exactamente,praia fluvial,situada numa àrea
onde
                  são ainda
                  perfeitamente visíveis os vestígios deixados pelo glaciar
que
                  abriu o belo Vale de Loriga.
                  Um largo com um jardim e um fontanário de
granito,assinalam o
                  início da àrea urbana da vila,a qual se torna visível após
a
                  curva na estrada.Aparecem as montanhas com cerca de dois
mil
                  metros de
                  altitude,que parecem querer desabar sobre a vila,um sinal
                  evidente que está no coração da Serra da Estrela,na
localidade
                  geograficamente mais próxima da Torre,o ponto mais alto.
Se
                  quiser apreciar a bela e singular vista do centro
hist처rico da
                  vila, enquadrado na fantástica paisagem do Vale de
Loriga,vire
                  à sua direita e desça ao santuário de Nossa Senhora da
                  Guia.Ali, pode gozar momentos de prazer ou de fé ( ou
ambos
                  ),enquanto aprecia a espectacular paisagem.A algumas
centenas
                  de metros à direita da estrada que desce para o
santu찼rio,pode
                  admirar uma sepultura antropomórfica milenar,e um troço da

                  estrada romana de Lorica, construída no século I antes de
                  Cristo,e que foi utilizada até à
                  década de trinta do século XX.Do outro lado da vila pode
                  admirar também outro troço da estrada,e a ponte romana
                  construída sobre a Ribeira de Loriga. Pode entrar no
centro
                  histórico da vila,via santuário,pela muito antiga Rua do
                  Porto,que teve origem na estrada romana,e ter uma
                  perspectiva única da colina coroada pelo casario,que se
ergue
                  do outro lado da Ribeira deS.Bento.Mesmo que não tenha
grandes
                  conhecimentos de história, poderá então imaginar a
antiguidade
                  da povoação.Pode optar pela entrada moderna e ampla da
Avenida
                  Augusto Luís Mendes.
                  Seja bem-vindo(a) à bela e histórica vila de Loriga,onde
                  muitas e
                  agradáveis surpresas esperam por si.
 
                  Loriga,9 de Março de 2003


 



Blog EntryJan 29, '08 12:58 AM
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      LORICA - LORIGA 
   
__________________________________________________________________________



      LORIGA

      40º 19' N 7º 41'O

      Gentílico - Loricense ou loriguense

      Área - 36,52 km²
      População - 1 367 hab. (2005)
      Densidade - 37,51 hab./km²
      Orago - Santa Maria Maior
      Código postal - 6270

      Apelidada de "Suíça Portuguesa", é a vila mais
      alta de Portugal.
      Loriga é uma vila e freguesia portuguesa do distrito da Guarda. Tem
36,52
      km² de área, 1 367 habitantes (2005) e densidade populacional de 37,51

      hab/km². Tem uma povoação anexa, o Fontão.

      Loriga encontra-se a 80km da Guarda e 300km de Lisboa. A vila é
      directamente acessível
      pela EN 231, e indirectamente pela EN338, e tem acesso directo à Lagoa

      Comprida, pela referida EN338,estrada concluída em 2006, seguindo um
      traçado pré-existente e pré-projectado há mais de quarenta anos,com um

      percurso de 9,2 km de paisagens deslumbrantes, entre as cotas 960m
      (Portela de Loriga,também conhecida por Portela do Arão) e 1650m,
junto à
      Lagoa Comprida.

      É conhecida há décadas como a "Suíça Portuguesa" devido à sua
      extraordinária localização geográfica. Está situada a cerca de 770m de

      altitude,na sua parte urbana mais baixa, rodeada
      por montanhas, das quais se destacam a Penha dos Abutres (1828m de
      altitude) e a Penha do Gato (1771m),e é abraçada por dois cursos de
찼gua:
      a Ribeira de Loriga e a Ribeira de S.Bento, que se unem depois da
E.T.A.R.
      para formarem um dos maiores afluentes do Rio Alva.A montante da vila,
a
      Ribeira de Loriga recebe também o Ribeiro da Nave, um afluente que tem
um
      curso extraordinário e passa por uma das zonas mais belas do Vale de
      Loriga, incluíndo os famosos Bicarões, cascatas a alta altitude junto
das
      quais se encontra uma conhecida quinta.

      A vila está dotada de uma ampla gama de infrastrutras físicas e
      culturais,que abrangem todas as àreas e todos os grupos etários, das
quais
      se destacam, por exemplo, o Grupo
      Desportivo Loriguense, fundado em 1934, a Sociedade Recreativa e
Musical
      Loriguense,
      fundada em 1905, os Bombeiros Voluntários de
      Loriga, criados em 1982, cujos serviços se desenvolvem na àrea
equivalente
      ao antigo concelho de Loriga, a Casa de Repouso Nª. Srª. da Guia, uma
das
      últimas obras sociais de relevo, e a Escola C+S Dr. Reis
      Leitão.
      Ao longo do ano celebram-se de maneira especial o Natal, a Páscoa (com
a
      Amenta das Almas) e festas em honra de Sto. António (durante o mês
Junho)
      e S. Sebastião (durante o mês de Julho), com as respectivas mordomias
e
      procissões. Porém, o ponto mais alto das festividades religiosas é a
festa
      dedicada à padroeira dos emigrantes loricenses, Nª. Srª. da Guia, que
se
      realiza todos os anos, no primeiro Domingo
      de Agosto. No segundo Domingo, tem lugar a festa em honra de Nª. Srª.
da
      Ajuda, no Fontão de Loriga.

      Breve história

      Fundada originalmente no alto de uma colina entre ribeiras onde hoje
      existe o centro histórico da vila. O local foi escolhido há mais de
dois
      mil e seiscentos anos devido à facilidade de defesa (uma colina entre
      ribeiras), à abundância de água e de pastos, bem como ao facto de a as

      terras mais baixas providenciarem alguma caça e condições mínimas para
a
      prática da agricultura. Desta forma
      estavam garantidas as condições mínimas de sobrevivência para uma
      população e povoação com alguma importância.

      O nome veio da localização estratégica da povoação, do seu
protagonismo e
      dos seus habitantes nos Hermínios (actual Serra da Estrela) na
resist챗ncia
      lusitana, o que levou os
      romanos a porem-lhe o nome de Lorica (antiga couraça guerreira), de
que
      derivou Loriga, palavra que tem o mesmo significado. Os Hermínios eram
o
      coração e a maior fortaleza da
      Lusitânia. É um facto que os romanos lhe deram o nome de Lorica, e
deste
      nome derivou Loriga (derivação iniciada pelos Visigodos) e que tem o
mesmo
      significado.
      É um caso raro, em Portugal, de um nome bi-milenar,e a Lorica é a peça

      principal do brasão da vila.O brasão antigo da vila era constituído
por
      uma couraça em prata e uma estrela com sete pontas em ouro,sendo que o

      escudo era de azul celeste.
      Situada na parte Sudoeste da Serra da Estrela, a sua beleza
paisag챠stica 챕
      o principal atractivo de referência. Os socalcos e sua complexa rede
de
      irrigação são um dos grandes ex-libris de Loriga, uma obra gigantesca
      construída pelos loricenses ao longo de muitas centenas de anos e
      que transformou um vale belo mas rochoso num vale fértil. É uma obra
que
      ainda hoje marca a paisagem do belíssimo Vale de Loriga,fazendo parte
do
      património histórico da vila e é
      demonstrativa do génio dos seus habitantes.

      Em termos de património histórico, destacam-se também a ponte e a
estrada
      romanas (século I a.C.), uma sepultura antropomórfica (século VI
a.C.), a
      Igreja Matriz (século XIII,reconstruída), o Pelourinho (século
      XIII,reconstruído), o Bairro de São Ginês (São Gens) com origem
anterior à
      chegada dos romanos e a Rua de Viriato. A Rua da Oliveira, pela sua
      peculiaridade, situada na área mais antiga do centro histórico da
      vila,recorda algumas das características urbanas da época medieval. A
      estrada romana e uma das duas pontes (a outra ruiu no século XVI após
uma
      grande cheia na
      Ribeira de S. Bento), com as quais os romanos ligaram Lorica, na
      Lusitânia, ao restante império, merecem destaque. A tradição local e
      diversos antigos documentos apontam Loriga como berço de Viriato, e no

      início do século XX existiu mesmo um movimento loricense para lhe
erigir
      um estátua na vila, o que não chegou a
      concretizar-se.O documento mais famoso,embora não
      seja o mais antigo, que fala de Loriga como sendo terra-natal de
Viriato,
      é o livro manuscrito História da Lusitânia, escrito pelo Bispo Mor do
      Reino em 1580.A actual Rua de Viriato,na parte mais antiga do centro
      histórico da vila, já tinha esse nome no século XII.

      O Bairro de São Ginês (S.Gens) é um ex-libris de Loriga e nele
destaca-se
      a capela de Nossa Senhora do Carmo, construída no local de uma antiga
      ermida visigótica precisamente dedicada àquele santo ao qual os
loricenses
      passaram a chamar S.Ginês, talvêz por este nome ser mais fácil de
      pronunciar (aliás não existe nenhum santo com o nome de Ginês).
      Quando os romanos chegaram, a povoação estava dividida em dois
n첬cleos. O
      maior, mais antigo e principal, situava-se na área onde hoje existem a
      Igreja Matriz e parte da Rua de Viriato e estava fortificado com
muralhas
      e paliçada. No local do actual Bairro de S.Ginês existiam já algumas
      habitações encostadas ao promontório rochoso,
      em cima do qual os Visigodos construíram mais
      tarde uma ermida dedicada àquele santo.

      Loriga era uma paróquia pertencente à Vigariaria do Padroado Real e a
      Igreja Matriz foi mandada construir em 1233 pelo rei D. Sancho II.
Esta
      igreja, cujo orago era já o de Santa Maria Maior e que se mantém, foi
      construída no local de outro antigo e pequeno templo, do qual foi
      aproveitada uma pedra com inscrições visigóticas, que está colocada na

      porta lateral virada para o adro. De estilo românico, com três naves,
e
      traça exterior lembrando a Sé Velha de Coimbra, esta igreja foi
destru챠da
      pelo sismo de 1755, dela restando apenas partes das paredes laterais.
      O sismo de 1755 provocou enormes estragos na vila, tendo arruinado
tamb챕m
      a residência paroquial e aberto algumas fendas nas robustas e espessas

      paredes do edifício da Câmara Municipal construído no século XIII. Um
      emissário do Marquês de Pombal esteve em Loriga a avaliar os
      estragos mas, ao contrário do que aconteceu com a Covilhã (outra
      localidade serrana muito afectada),não chegou do governo de Lisboa
      qualquer auxílio.

      Loriga é uma vila industrial (têxtil) desde o início do século XIX.
Chegou
      a ser uma das localidades mais industrializadas da Beira Interior, e a

      actual sede de concelho só conseguiu suplantá-la quase em meados do
      século XX. Tempos houve em que só a Covilhã ultrapassava Loriga no
n첬mero
      de empresas. Nomes de empresas, tais como: Regato, Redondinha, Fonte
dos
      Amores, Tapadas, Fândega, Leitão & Irmãos,Augusto Luis Mendes, Lamas,
      Nunes Brito, Moura Cabral, Lorimalhas, etc,fazem parte da rica
hist처ria
      industrial desta vila. A principal e maior avenida de Loriga tem o
nome de
      Augusto Luís Mendes, o mais destacado dos antigos industriais
loricenses.
      Apesar de, por exemplo, do maus acessos que se resumiam à velhinha
estrada
      romana de Lorica, com dois mil anos, o
      facto é que os loriguenses transformaram Loriga
      numa vila industrial progressiva, o que confirma o seu génio.

      Mas, Loriga acabou por ser derrotada por um
      inimigo político e administrativo, local e nacional, contra o qual
teve
      que lutar desde o século XIX.
      A história da vila de Loriga é, aliás, um exemplo das consequências
que os
      confrontos de uma guerra civil podem ter no futuro de uma localidade e
de
      uma região.
      Loriga tinha a categoria de sede de concelho desde o século XII, tendo

      recebido forais em 1136 ( João Rhânia, senhorio das Terras de Loriga
      durante cerca de duas décadas, no reinado de D.Afonso Henriques ),
1249 (
      D.Afonso III ), 1474 ( D.Afonso V ) e 1514 ( D.Manuel I ), mas, por
ter
      apoiado os chamados Absolutistas contra os Liberais na guerra civil
      portuguesa,teve o castigo de deixar de ser sede de concelho em
      1855. A conspiração movida por desejos
      expansionistas da localidade que beneficiou com o facto, precipitou os

      acontecimentos. Tratou-se de um grave erro político e administrativo;
foi,
      no mínimo, um caso de injusta vingança política, numa época em que não

      existia democracia e reinavam o compadrio e a corrupção e assim,
come챌ou o
      declínio de toda a região de Loriga (antigo concelho de Loriga).
      A área onde existem as actuais freguesias de Alvoco da Serra, Cabeça,
      Sazes da Beira, Teixeira, Valezim,Vide, e as mais de trinta povoações
      anexas, pertenceu ao Município Loricense. A vila de Loriga situa-se a
      vinte quilómetros da actual sede de concelho e
      algumas freguesias da sua região, situam-se a uma
      distância muito maior.
      A Região de Loriga, área do antigo Município Loricense, constitui
tamb챕m a
      Associação de Freguesias da Serra da Estrela, com sede na vila de
      Loriga.Loriga e a sua região possuem enormes potencialidades
tur챠sticas e
      as únicas pistas e estância de esqui existentes em Portugal estão
      localizadas na área da freguesia da vila de
      Loriga.
      Se nada de verdadeiramente eficaz for feito, começando pela vila de
      Loriga,esta região estará desertificada dentro de poucas décadas, o
que,
      tal como em relação a outras relevantes terras históricas do interior
do
      país, será com certeza considerado como uma vergonha nacional.
Confirmaria
      também a óbvia existência de
      graves e sucessivos erros nas políticas de coesão, administração e
      ordenamento do território. Para evitar tal situação, vergonhosa para o

      país, é necessário no mínimo por em prática o que já é reconhecido no
      papel:
      desenvolver a vila de Loriga, pólo e centro da região.

      A rua da Oliveira é uma rua situada no centro histórico da vila. A sua

      escadaria tem cerca de 100 degraus em granito, o que lhe dá
      características peculiares. Esta rua recorda muitas das
caracter챠sticas
      urbanas medievais do centro histórico da vila de Loriga.

      O bairro de São Ginês é um bairro do centro histórico de Loriga cujas
      caracteristicas o tornam num dos bairros mais conhecidos e típicos da
      vila. As melhores festas de São João eram feitas aqui. Curioso é o
facto
      de este bairro do centro histórico da vila dever o nome a São Gens, um

      santo de origem céltica matirizado em Arles, na Gália, no tempo do
      imperador Diocleciano, orago de uma ermida visigótica situada na área.
      Com o passar dos séculos os loricenses mudaram o nome do santo para
      S.Ginês,talvêz por ser mais fácil de pronunciar. Este núcleo da
povoa챌찾o,
      que já esteve separado do principal e mais antigo, situado mais
abaixo, 챕
      anterior à chegada dos romanos.

      Loriga celebrou acordo de geminação com:
      • A vila, actual cidade de Sacavém, no concelho de Loures, em 1 de
Junho
      de 1996.




      Para saberem mais sobre esta vila bela e histórica,visitem os melhores
e
      mais visitados sites sobre Loriga em:http://www.Loriga.org ou em
      http://groups.msn.com/LORIGA.








 



Blog EntryJan 29, '08 12:55 AM
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LORIGA - Tio Sam


      Gentílico-Loricense ou Loriguense
      Concelho-Seia
      Área-36,52 km²
      População-1 370 hab. (2005)
      Densidade37,51 hab./km²
      Orago-Santa Maria Maior
      Código postal-6270



Breve hist처ria
Fundada originalmente no alto de uma colina entre ribeiras onde hoje existe
o
centro histórico da vila, o seu nome primitivo,anterior à chegada dos
romanos,era Lobriga. O local foi escolhido h찼 mais de dois mil e seiscentos
anos, devido à facilidade de defesa (uma colina entre ribeiras),à abundância
de
àgua e de pastos, bem como ao facto de a as terras mais baixas
providenciarem
alguma ca챌a,e condi챌천es m챠nimas para a pr찼tica da agricultura. Desta forma
estavam garantidas as condi챌천es m챠nimas de sobreviv챗ncia para uma popula챌찾o
e
povoa챌찾o com alguma import창ncia.
 
Igreja de LorigaO nome veio,da localiza챌찾o estrat챕gica da povoa챌찾o,do seu
protagonismo e dos seus habitantes,nos Herm챠nios (actual Serra da Estrela)
na
resist챗ncia lusitana, o que levou os romanos a porem-lhe o nome de Lorica
(antiga coura챌a guerreira).Os Herm챠nius eram o cora챌찾o e a maior fortaleza
da
Lusitânia. É um facto que os romanos lhe deram o nome de Lorica,nome de
coura챌a
guerreira, e deste nome derivou Loriga (deriva챌찾o iniciada pelos Visigodos),
e
que tem o mesmo significado. É um caso raro, em Portugal, de um nome
bimilenar,um dos factos que justificam que a coura챌a seja a pe챌a central e
principal do brasão histórico da vila.É um nome muito antigo e de grande
valor
hist처rico para a vila.
Situada na parte Sudoeste da Serra da Estrela, a sua beleza paisag챠stica 챕 o

principal atractivo de refer챗ncia. Os socalcos e sua complexa rede de
irriga챌찾o
s찾o um dos grandes ex-libris de Loriga, uma obra gigantesca constru챠da pelos

Loricenses ao longo de muitas centenas de anos e que transformou um vale
belo,
mas rochoso, num vale fértil.É uma obra que ainda hoje marca a paisagem do
bel챠ssimo Vale de Loriga,faz parte do patrim처nio hist처rico da vila,e 챕
demonstrativa do g챕nio dos Loricenses.
Em termos de patrim처nio hist처rico, destacam-se tamb챕m a ponte e a estrada
romanas (s챕culo I a.C.), uma sepultura antropom처rfica (s챕culo VI a.C.), a
Igreja
Matriz (s챕culo XIII, reconstru챠da), o Pelourinho (s챕culo XIII,reconstru챠do),
o
Bairro de São Ginês (São Gens) com origem anterior à chegada dos romanos, a
Rua
de Viriato,o heroi lusitano que a tradi챌찾o local,e diversos antigos
documentos,encontram origens nesta antiqu챠ssima povoa챌찾o.A Rua da Oliveira,
pela
sua peculiaridade,situada na àrea mais antiga do centro histórico da
vila,recorda algumas das caracter챠sticas urbanas da 챕poca medieval. A
estrada
romana e uma das duas pontes (a outra ru챠u no s챕culo XVI ap처s uma grande
cheia
na Ribeira de S. Bento), com as quais os romanos ligaram Lorica, na
Lusit창nia,
ao restante imp챕rio, merecem destaque.

Tamb챕m o Bairro de S찾o Gin챗s ( S. Gens )챕 um ex-libris de Loriga, e nele
destaca-se a capela de Nossa Senhora do Carmo constru챠da no local de uma
antiga
ermida visigótica precisamente dedicada àquele santo. Quando os romanos
chegaram, a povoa챌찾o estava dividida em dois n첬cleos: O maior, mais antigo e

principal, situava-se na àrea onde hoje existem a Igreja Matriz e parte da
Rua
de Viriato, e estava fortificado com muralhas e pali챌ada. No local do actual

Bairro de S.Gin챗s (S.Gens), existiam j찼 algumas habita챌천es encostadas ao
promont처rio rochoso, em cima do qual os Visigodos constru챠ram mais tarde uma

ermida dedicada àquele santo.
Loriga era uma paróquia pertencente à Vigariaria do Padroado Real e a Igreja

Matriz foi mandada construir em 1233 pelo rei D. Sancho II. Esta igreja,
cujo
orago era j찼 o de Santa Maria Maior,e que se mant챕m, foi constru챠da no local
de
um outro antigo e pequeno templo, do qual foi aproveitada uma pedra com
inscri챌천es visig처ticas, que est찼 colocada na porta lateral virada para o
adro.
De estilo rom창nico, com tr챗s naves, e tra챌a exterior lembrando a S챕 Velha de

Coimbra, esta igreja foi destru챠da pelo sismo de 1755, dela restando apenas
partes das paredes laterais.
O sismo de 1755 provocou enormes estragos na vila, tendo arruinado tamb챕m a
resid챗ncia paroquial e aberto algumas fendas nas robustas e espessas paredes
do
edif챠cio da C창mara Municipal constru챠do no s챕culo XIII. Um emiss찼rio do
Marqu챗s
de Pombal esteve em Loriga a avaliar os estragos mas, ao contr찼rio do que
aconteceu com a Covilh찾 (outra localidade serrana muito afectada), n찾o
chegou do
governo de Lisboa qualquer aux챠lio.
Loriga 챕 uma vila industrial (t챗xtil) desde o in챠cio do s챕culo XIX, chegou a
ser
uma das localidades mais industrializadas da Beira Interior, e a actual sede
de
concelho s처 conseguiu suplant찼-la quase em meados do s챕culo XX.Tempos houve
em
que,s처 Covilh찾 ultrapassava Loriga em n첬mero de empresas.Nomes de
empresas,tais
como;Regato,Redondinha,Fonte dos Amores,Tapadas,F창ndega,Leit찾o &
Irm찾os,Augusto
Luis Mendes,Lamas,Nunes Brito,Moura Cabral,Lorimalhas,etc,fazem parte da
rica
hist처ria industrial desta vila.A principal e maior avenida de Loriga tem o
nome
de Augusto Lu챠s Mendes, o mais destacado dos antigos industriais
Loricenses.Apesar,por exemplo,dos maus acessos,que se resumiam à velhinha
estrada romana de Lorica com dois mil anos,o facto 챕 que os Loricenses
transformaram Loriga numa vila industrial progressiva,o que confirma o seu
g챕nio.Mas,Loriga acabou por ser derrotada por um inimigo pol챠tico e
administrativo,local e nacional,contra o qual teve que lutar desde o s챕culo
XIX.
A hist처ria da vila de Loriga 챕, ali찼s, um exemplo das consequ챗ncias que os
confrontos de uma guerra civil podem ter no futuro de uma localidade e de
uma
regi찾o. Loriga tinha a categoria de sede de concelho desde o s챕culo XII,
tendo
recebido forais em 1136 (Jo찾o Rh창nia, senhorio das Terras de Loriga durante
cerca de duas d챕cadas, no reinado de D.Afonso Henriques), 1249 (D.Afonso III
),
1474 ( D.Afonso V ) e 1514 ( D.Manuel I ), mas, por ter apoiado os chamados
Absolutistas contra os Liberais na guerra civil portuguesa, teve o castigo
de
deixar de ser sede de concelho em 1855.A conspira챌찾o movida por desejos
expansionistas da localidade que beneficiou com o facto,precipitou os
acontecimentos.Tratou-se de um grave erro pol챠tico e administrativo,como
ali찼s
tem vindo a confirmar-se.
Foi no m챠nimo um caso de injusta vingan챌a pol챠tica,numa 챕poca em que n찾o
existia
democracia e reinavam o compadrio e a corrup챌찾o,e assim come챌ou o decl챠nio
de
toda a Regi찾o de Loriga (antigo concelho de Loriga).Se nada de
verdadeiramente
eficaz for feito, come챌ando pela vila de Loriga, esta regi찾o estar찼
desertificada dentro de poucas d챕cadas,o que,tal como em rela챌찾o a outras
relevantes terras hist처ricas do interior do pa챠s,ser찼 concerteza considerado

como uma vergonha nacional.Confirmaria tamb챕m a 처bvia exist챗ncia de graves e

sucessivos erros nas pol챠ticas de coes찾o,administra챌찾o e ordenamento do
territ처rio.Para evitar tal situa챌찾o,vergonhosa para o pa챠s,챕 necess찼rio no
m챠nimo por em pr찼tica o que j찼 챕 reconhecido no papel;Desenvolver a vila de
Loriga,polo e centro da regi찾o.
A 찼rea onde existem as actuais freguesias de Alvoco da Serra, Cabe챌a, Sazes
da
Beira, Teixeira, Valezim, Vide, e as mais de trinta povoa챌천es anexas,
pertenceu
ao Munic챠pio Loricense.A vila de Loriga,situa-se a vinte quil처metros da
actual
sede de concelho, e algumas freguesias da sua regi찾o situam-se a uma
dist창ncia
muito maior.
A Regi찾o de Loriga, 찼rea do antigo Munic챠pio Loricense,constitui tamb챕m a
Associa챌찾o de Freguesias da Serra da Estrela,com sede na vila de Loriga.
Loriga e a sua regi찾o possuem enormes potencialidades tur챠sticas,e as 첬nicas

pistas e estância de esqui existentes em Portugal,estão localizadas na àrea
da
freguesia da vila de Loriga.
Rua da Oliveira
A rua da Oliveira 챕 uma rua situada no centro hist처rico da vila. A sua
escadaria
tem cerca de 100 degraus em granito, o que lhe d찼 caracter챠sticas
peculiares.Esta rua recorda muitas das caracter챠sticas urbanas medievais do
centro hist처rico da vila de Loriga.
Bairro de S찾o Gin챗s (S.Gens)
O bairro de S찾o Gin챗s 챕 um bairro do centro hist처rico de Loriga cujas
caracteristicas o tornam num dos bairros mais conhecidos e tipicos da vila.
As
melhores festas de S찾o Jo찾o eram feitas aqui. Curioso 챕 o facto de este
bairro
do centro hist처rico da vila dever o nome a S찾o Gens, um santo de origem
c챕ltica
matirizado em Arles, na G찼lia, no tempo do imperador Diocleciano, orago de
uma
ermida visig처tica situada na 찼rea. Com o passar dos s챕culos os loricenses
mudaram o nome do santo para S.Gin챗s, talv챗z por ser mais f찼cil de
pronunciar.
Este n첬cleo da povoa챌찾o, que j찼 esteve separado do principal e mais antigo,
situado mais abaixo, é anterior à chegada dos romanos.
Acordos de gemina챌찾o
Loriga celebrou acordo de gemina챌찾o com:
  A vila,actual cidade de Sacavém, no concelho de Loures, em 1 de Junho de
1996.




Bras챠lia Virtual - Loriga - Resumo da verdadeira hist처ria

Brasilia Virtual - Um pouqinho sobre muita coisa
Bemvindos ao Brasilia Virtual . Info - 21/12/2007

                  Loriga


                  '''Loriga''' é uma vila e de igual maneira freguesia
portuguesa
                  do concelho de Seia, distrito
                  da Guarda. Tem 36,52 km² de área, 1 370 habitantes (2005)
e densidade populacional de 37,51 hab/km짼.


                  Breve história

                  Fundada originalmente no alto de uma colina entre ribeiras
onde
                  hoje existe o centro histórico da vila, o seu nome
                  primitivo,anterior à chegada dos romanos,era
                  '''Lobriga'''. O local foi escolhido há mais de dois mil e
seiscentos anos, devido à facilidade de defesa (uma colina entre ribeiras),à
abundância de àgua e de pastos, bem como ao facto de as terras mais
                  baixas providenciarem alguma caça,e condições mínimas para
a
                  prática da agricultura. Desta forma estavam garantidas as
                  condições mínimas de sobrevivência para uma população e
povoa챌찾o com alguma import창ncia.
                  
                  O nome veio,da localização estratégica da povoação,do seu
                  protagonismo e tambem dos seus habitantes,nos
                  Hermínios (actual Serra da Estrela) na resistência
lusitana, o
                  que, claro levou os romanos a porem-lhe o nome de
'''Lorica'''
                  (antiga couraça guerreira).Os Hermínius eram o coração e a
maior fortaleza da Lusitânia. É um facto que os romanos lhe deram o nome de
Lorica,nome de coura챌a guerreira, e deste nome derivou '''Loriga'''
                  (derivação iniciada pelos Visigodos), que
                  tem o mesmo significado. É um caso raro, em
                  Portugal, de um nome bimilenar,e tambem um dos factos que
                  justificam que a couraça seja a peça central e principal
do brasão histórico da vila.É um nome antigo e de grande valor histórico
                  para a vila.

                  Situada na parte Sudoeste da Serra da Estrela, a sua
beleza
                  paisagística é o principal atractivo de referência. Os
                  socalcos e a sua complexa rede de irrigação são
                  um dos grandes ex-libris de Loriga, uma obra gigantesca
                  construída pelos Loricenses ao longo de muitas centenas de

                  anos e que transformou um vale belo,
                  mas rochoso, num vale fértil.É uma obra que também hoje
                  marca a paisagem do belíssimo Vale de Loriga,faz parte do
                  património histórico da vila,e é demonstrativa do génio
                  dos Loricenses.

                  Em termos de património histórico, destacam-se também a
ponte
                  e a estrada romanas ( século I a.C. ), uma sepultura
antropom처rfica ( s챕culo VI a.C. ), a Igreja Matriz (
                  século XIII , reconstruída), o Pelourinho (século
                  XIII,reconstruído), o Bairro de São Ginês (São Gens) com
                  origem anterior à chegada dos romanos, a Rua de Viriato,o
heroi
                  lusitano que a tradição local,e diversos antigos
                  documentos,encontram origens nesta antiquíssima povoação.A
Rua
                  da Oliveira, pela sua peculiaridade,situada na àrea mais
                  antiga do centro histórico da vila,recorda algumas das
                  características urbanas da época medieval.
                  A estrada romana e uma das duas pontes (a outra
                  ruíu no século XVI após uma grande cheia na Ribeira de S.
                  Bento), com as quais os romanos ligaram Lorica, na
Lusit창nia,
                  ao restante império, merecem destaque.


                  Também o Bairro de São Ginês ( S. Gens )é um ''ex-libris''
de
                  Loriga, e nele destaca-se a capela de Nossa
                  Senhora do Carmo construída no local de uma antiga ermida
                  visigótica precisamente dedicada àquele santo.
                  Quando os romanos chegaram, a povoação estava dividida
                  em dois núcleos: O maior, mais antigo e 
                  principal, situava-se na àrea onde hoje existem a Igreja
                  Matriz e parte da Rua de Viriato, e estava fortificado com
muralhas e
                  paliçada. No local do actual Bairro de S.Ginês (S.Gens),
                  existiam já algumas habitações encostadas ao promontório
                  rochoso, em cima do qual os Visigodos construíram mais
                  tarde uma ermida dedicada àquele santo.

                  Loriga era uma paróquia pertencente à Vigariaria do
Padroado
                  Real e a Igreja Matriz foi mandada construir em 1233 pelo
rei Sancho II.
                  Esta igreja, cujo orago era já o de Santa Maria Maior,e
que se mant챕m, foi constru챠da no local de um outro antigo e pequeno templo,
do qual foi aproveitada uma
                  pedra com inscrições visigóticas que está colocada na
                  porta lateral virada para o adro. De estilo românico, com
tr챗s
                  naves, e traça exterior lembrando a Sé Velha
                  de Coimbra, esta igreja foi destruída pelo sismo de 1755,
dela
                  restando apenas partes das paredes laterais.

                  O sismo de 1755 provocou enormes estragos na vila, tendo
                  arruinado também a residência paroquial e
                  aberto algumas fendas nas robustas e espessas paredes do
edif챠cio da C창mara Municipal
                  construído no século XIII. Um emissário do Marquês de
Pombal
                  esteve em Loriga a avaliar os estragos mas, ao
                  contrário do que aconteceu com a Covilhã (outra
                  localidade serrana muito afectada), não chegou do
                  governo de Lisboa qualquer auxílio.

                  Loriga é uma vila industrial (têxtil) desde o início do
s챕culo
                  XIX , chegou a ser uma das localidades mais
industrializadas da
                  Beira Interior, e a actual sede de concelho
                  só conseguiu suplantá-la quase em meados do século XX
                  .Tempos houve em que,só Covilhã ultrapassava Loriga em
n첬mero de empresas.Nomes de empresas,tais
                  como;Regato,Redondinha,Fonte dos
                  Amores,Tapadas,Fândega,Leitão & Irmãos,Augusto Luis
                  Mendes,Lamas,Nunes Brito,Moura Cabral,Lorimalhas,etc,fazem

                  parte da rica história industrial desta vila.A principal e
maior avenida de Loriga tem o nome de Augusto
                  Luís Mendes, o mais destacado dos antigos industriais
                  Loricenses.Apesar,por exemplo,dos maus acessos,que se
resumiam
                  à velhinha estrada romana de Lorica com dois mil anos,o
facto 챕
                  que os Loricenses transformaram Loriga numa vila
                  industrial progressiva,o que, claro confirma o seu
                  génio.Mas,Loriga acabou por ser derrotada por um inimigo
                  político e administrativo,local e nacional,contra o qual
teve que lutar desde o s챕culo XIX.

                  A história da vila de Loriga é, aliás, um exemplo das
                  consequências que os confrontos de uma guerra civil podem
                  ter no futuro de uma localidade e de uma região.
                  Loriga tinha a categoria de sede de concelho desde o
s챕culo
                  XII , tendo recebido forais em 1136 (João Rhânia,
                  senhorio das Terras de Loriga durante cerca de duas
d챕cadas,
                  no reinado de D.Afonso Henriques), 1249 (D.Afonso III ),
1474
                  ( D.Afonso V ) e 1514 ( D.Manuel I ), mas,
                  por ter apoiado os chamados Absolutistas contra os
Liberais na
                  guerra civil portuguesa, teve o castigo de deixar de ser
sede
                  de concelho em 1855.A conspiração movida por desejos
                  expansionistas da localidade que beneficiou com o
                  facto,precipitou os acontecimentos.Tratou-se de um grave
erro
                  político e administrativo,como aliás tem vindo a
confirmar-se.

                  Foi no mínimo um caso de injusta vingança política,numa
챕poca em que, claro n찾o existia democracia e de
                  reinavam o compadrio e de igual maneira a corrupção,e
assim
                  começou o declínio de toda a Região de Loriga (antigo
concelho
                  de Loriga).Se nada de verdadeiramente eficaz for feito,
                  começando pela vila de Loriga, esta região estará
                  desertificada dentro de poucas décadas,o que,tal como
tambem
                  em relação a outras relevantes terras históricas do
interior
                  do país,será concerteza considerado como uma vergonha
                  nacional.Confirmaria também a óbvia existência de graves e
sucessivos erros nas pol챠ticas de coes찾o,administra챌찾o e ordenamento do
                  território.Para evitar tal situação,vergonhosa para o
pa챠s,챕
                  necessário no mínimo pôr em prática o que já é
                  reconhecido no papel;Desenvolver a vila de Loriga,polo e
de centro da regi찾o.

                  A área onde existem as actuais freguesias de Alvoco da
Serra,
                  Cabeça, Sazes da Beira, Teixeira, Valezim, Vide, e as mais
de trinta povoa챌천es anexas, pertenceu ao Munic챠pio
                  Loricense.A vila de Loriga,situa-se a vinte quilómetros da
actual
                  sede de concelho, e algumas freguesias da sua
                  região situam-se a uma distância maior.

                  A Região de Loriga, área do antigo Município
                  Loricense,constitui também a Associação de Freguesias da
Serra
                  da Estrela,com sede na vila de Loriga.

                  Loriga e a sua região possuem enormes
                  potencialidades turísticas,e as únicas pistas e estância
de esqui existentes em Portugal,est찾o
                  localizadas na àrea da freguesia da vila de Loriga.


                  Rua da Oliveira


                  A rua da Oliveira é uma rua situada no centro histórico da
vila.
                  A sua escadaria tem cerca de cem degraus em granito, o
                  que, claro lhe dá características peculiares.Esta rua
recorda
                  muitas das características urbanas medievais do centro
                  histórico da vila de Loriga.


                  Bairro de São Ginês (S.Gens)


                  O bairro de São Ginês é um bairro do centro histórico de
Loriga
                  cujas caracteristicas o tornam num também dos bairros mais

                  conhecidos e tipicos da vila. As melhores
                  festas de São João eram feitas aqui. Curioso é o facto de
este
                  bairro do centro histórico da vila dever o nome a São Gens
, um
                  santo de origem céltica matirizado em Arles, na Gália,
                  no tempo do imperador Diocleciano, orago de uma ermida
                  visigótica situada na área. Com o passar dos séculos os
                  loricenses mudaram o nome do santo para S.Ginês, talvêz
por
                  ser mais fácil de pronunciar. Este núcleo da povoação, que
j찼 esteve separado do principal e de igual maneira mais
                  antigo, situado mais abaixo, é anterior à chegada dos
                  romanos.


                  Acordos de geminação

                  Loriga celebrou acordo de geminação com:
                  * A vila,actual cidade de Sacavém , no concelho de Loures,
em 1 de Junho de 1996.



                  * Geografia romana em Portugal




                  *[http://www.loriga.org Portal Loriga News]

                  *[http://groups.msn.com/Loriga Principal página de Loriga]




                  Categoria:Antigos municípios de Portugal
                  Categoria:Freguesias de Portugal
                  Categoria:Vilas de Portugal

                  en:Loriga
                  it:Loriga
                  la:Lorica
                  Loriga


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Blog EntryDec 15, '07 3:50 AM
by lusitanorum for everyone

Loriga virada para o turismo


      LORIGA

      O turismo como novo motor de desenvolvimento

                  
            Os fontanários da vila, de que recentemente se celebrou o
            primeiro centenário, são um “marco histórico desta vila
histórica”.

            A vila de Loriga faz parte do distrito da Guarda, possuindo,
para
            além, da sede de freguesia a povoação anexa de Fontão.
            Actualmente, tem uma população residente de cerca de 1300
pessoas e
            depois do fecho de várias fábricas de têxteis, a aposta para um
            futuro melhor passa pelo sector do turismo.
            Loriga situa-se a 20 quilómetros de Seia, 80 quilómetros da
Guarda e
            300 quilómetros de Lisboa. A vila é acessível pela EN 231 e tem
            ligação directa à Lagoa Comprida e Torre, pela EN338, estrada
            concluída em 2006 após mais de quarenta longos anos.
            Encontra-se a cerca de 770 metros de altitude, rodeada pelo
maci챌o
            central da Serra da Estrela, sendo abraçada por dois cursos de
찼gua:
            a Ribeira de Loriga e Ribeira de S.Bento, que se unem para
formarem
            um dos maiores afluentes do Rio Alva.
            O simbolismo do 1.º Centenário dos Fontanários da vila, cujas
  comemorações decorreram recentemente são um marco histórico da freguesia.
Recorda-se o facto que foi uma
            colónia de loricenses que estava em Manaus,Brasil, que ainda
hoje em dia possui representa챌찾o naquela cidade brasileira, quem mandou
construir os fontan찼rios.
            Foram criados estes pontos de abastecimento de água próximos das

            casas, para facilitar a vida das pessoas e também para
enriquecer o
            património da vila.
            Os fontanários foram construídos entre 1905 e 1907 e são
monumentos
            que os loricenses querem continuar a preservar.
            O programa do 1º Centenário dos Fontanários decorreu
recentemente, atrav챕s de uma exposi챌찾o de fotografia e pintura
            intitulada “Loriga, sua Terra e suas Gentes”, na Escola C+S Dr.
            Reis Leitão.
            Apreciou-se a actuação do Grupo de Fados de Loriga, no salão
paroquial, e no dia forte dos festejos, o programa teve in챠cio pelas 14H00,
com uma arruada pela Banda de Loriga, seguindo-se, passada uma hora e meia,
a Missa Cantada pelo Orfe찾o de Seia. Seguiu-se a actua챌찾o da Banda de
Loriga, no Largo da Igreja e a actua챌찾o do Orfe찾o de Seia e de Tortosendo.
            Sobre a vila no seu geral, ao longo destes anos tem-se dotado de
infra-estruturas que as outras freguesias do concelho n찾o t챗m.
            Lembro o caso do saneamento básico em toda a povoação,
            designadamente a ETAR, inaugurada em 1979, a Escola C + S, o
posto
            médico a Estrada de S. Bento (EN 338), “um sonho antigo com mais
de quarenta anos que se concluiu e concretizou o ano passado”.
            Ambicionando mais equipamentos, os loricenses sabem que um Posto
de
            Turismo é importante para a vila. “A autarquia”, congratula-se,
“adquiriu um espaço para instalar o Posto de Turismo e o projecto já está a
ser feito”.É necessário também um Pavilhão Gimnodesportivo,infraestrutura
indispens찼vel para a vila e para a escola C+S,e tamb챕m um Museu dos
Lanif챠cios para homenagear a mais antiga ind첬stria do concelho,e que em
Loriga tem mais de duzentos anos.
            Com o fecho dos têxteis, os loricenses querem apostar no
turismo,aproveitando as potencialidades tur챠sticas que Loriga tem 챕
fundamental apostar nesta 찼rea.
            Um conhecido loricense,a quem se deve o conhecimento da história
antiga de Loriga e muito tem feito pela sua terra, tem contactado e
convidado grupos ligados ao turismo para visitar a vila, acreditando que
algum deles possa um dia avan챌ar com um projecto, sobretudo, quando novo
quadro comunitário  for aprovado.
            Quem está a liderar as actividades turísticas da serra tem de
promover actividades n찾o s처 de Inverno, e n찾o pode continuar a desprezar
Loriga, como tem acontecido at챕 agora. Existem na vila belezas
espectaculares para explorar, e o caso da praia fluvial, que j찼 atrai muita
gente, 챕 um exemplo a seguir.
            A Junta de Freguesia mandou elaborar um projecto de um
            anfiteatro e zona de lazer no parque da vila para 500 ou 600
            pessoas.
            Nestes dois anos concluíram-se várias obras de saneamento
b찼sico.
            Havia esgotos em bairros feitos posteriormente à ETAR que
            estavam a correr para a Ribeira de Loriga que foram ligados à
esta챌찾o de tratamento, e nestes dois 첬ltimos anos, j찼 foram instalados tr챗s
quil처metros de esgotos por s챠tios onde n찾o v찾o m찼quinas.
            Foram investidos cerca de 400 a 500 mil euros em obras de
            saneamento, com os materiais "oferecidos" pela Câmara, mas a
            mão-de-obra é da Junta de Freguesia.
No entanto a Junta de Freguesia tem descurado a pr처pria imagem da vila e
existem exemplos desse facto, tais como o escandaloso caso do inexistente
ordenamento dos s챠mbolos her찼ldicos da vila, o not처rio desconhecimento da
hist처ria de Loriga, e pouca,t챠mida,errada e inconsistente divulga챌찾o da vila
por parte dos autarcas loricenses.
            Loriga perdeu centenas de postos de trabalho nos últimos anos, o

            que foi complicado, com muitos loricenses a terem de ir procurar

            trabalho fora, outros foram absorvidos por instituições de
            solidariedade social ou pelos bombeiros voluntários locais.
            O envelhecimento da população e o decrescimento dos nascimentos
            também são preocupantes. De nove localidades da Região de Loriga
vieram apenas 11
            alunos para a Escola C + S da vila, e a Escola EB 1 (antiga
Escola Prim찼ria), com oito salas de aulas outrora cheias, est찼 agora quase
vazia.
            Se as politicas dos sucessivos Governos em relação ao interior
do Pa챠s n찾o mudarem, torna-se complicado impedir a desertifica챌찾o total, e
se tivessem sido criadas estruturas no interior tal como existem nos grandes
centros, vinte jovens de Loriga que v찾o em breve para as universidades
poderiam ser absorvidos no concelho.

            2600 ANOS DE HISTÓRIA - Povoação mágica no alto da Estrela

            A vila de Loriga é sem dúvida uma estrela de beleza na área
serrana
            e uma das povoações com maior magia a nível nacional.

            Fundada originalmente há mais de 2600 anos, no alto de uma
colina
            entre ribeiras onde hoje existe o centro histórico da vila,
Loriga 챕
            uma das mais mágicas povoações de Portugal.
            O nome da povoação, segundo os historiadores, veio da sua
            localização estratégica, do seu protagonismo e dos seus
habitantes
            nos Hermínios (actual Serra da Estrela), na época da resistência

            lusitana, o que levou os romanos a pôr-lhe o nome de Lorica
(antiga
            couraça guerreira), de derivou Loriga (designação iniciada pelos

            Visigodos) e que tem o mesmo significado. É um caso raro, em
            Portugal, de um nome bi-milenar, facto que por si justifica que
a coura챌a seja a pe챌a central do bras찾o da vila.
            “Abraçada” pelas encostas da Serra da Estrela, a povoação foi
            crescendo com os socalcos verdejantes. A abundância de água e de
pastos fez com que ao longo do tempo muitas gera챌천es ali vivessem da
            agricultura.
            Os socalcos e sua complexa rede de irrigação são um dos grandes
            ex-libris da vila, uma obra gigantesca construída pelos
loricenses
            ao longo de muitas centenas de anos e que transformou um vale
belo,
            mas rochoso, num vale fértil. É uma obra que ainda hoje marca a
            paisagem do Vale de Loriga, fazendo parte do património
hist처rico
            local e é demonstrativa do génio dos seus habitantes.
            Loriga foi também uma forte vila industrial têxtil desde o
in챠cio do
            século XIX. Chegou inclusivamente a ser uma das localidades mais

            industrializadas da Beira Interior e a actual sede de concelho,
            Seia, só conseguiu suplantá-la quase em meados do século XX. Em
            outros tempos, só mesmo a Covilhã ultrapassava Loriga no número
de
            empresas. Unidades como Regato, Redondinha, Fonte dos Amores,
            Tapadas, Fândega, Leitão & Irmãos, Augusto Luís Mendes, Lamas,
Nunes
            Brito, Moura Cabral, Lorimalhas, etc, fazem parte da rica
hist처ria
            industrial da vila. A principal e maior avenida de Loriga tem
mesmo
            o nome de Augusto Luís Mendes, o mais destacado dos antigos
            industriais loriguenses.Loriga recebeu forais em 1136,1249,1474
e 1514.
            São muitos os locais de inigualável beleza que podem ser
visitados
            na vila e nos seus arredores. Só por si as paisagens naturais
fazem
            encher o olho a qualquer visitante, mas a presença humana também

            contribuiu para o embelezamento da povoação.
            Loriga teve ocupação romana e, a comprovar isso mesmo, ainda
hoje
            existe a calçada e a ponte que esta civilização ali construiu.
            A sua Igreja Paroquial tem na sua fachada a inscrição de 1233
numa pedra com inscri챌천es visig처ticas pertencente a um pequeno templo
existente no local até à construção da igreja no século XIII.
            Sabemos portanto que esta pedra não pertence à actual Igreja,
tendo l찼
            sido colocada aquando do restauro após 1755.
            Possui quatro capelas na vila: N.Sª. do Carmo (antiga ermida
visig처tica de S.Gens), S찾o Sebasti찾o, N.S짧 Auxiliadora (1893) e N. S짧. da
Guia (1921).Uma outra capela,dedicada a Nossa Senhora da Ajuda,encontra-se
na bonita aldeia anexa de Font찾o de Loriga.
            Caracteriza-se também pelos seus cruzeiros (o da Carreira,
datado de
            1820 e o da Independência, de 1940) e pelos seus fontanários
(das
            Almas, do Adro da Igreja, da Rua Viriato, da Rua do Porto, da
Rua do Vinho e do Cabe챌o).
            Destaque, ainda, para a praia fluvial, que se encontra bem
            infra-estruturada e, na Primavera e Verão, permite uns mergulhos

            inesquecíveis e, durante o Outono e Inverno, é também um local
            aprazível para um repouso do corpo e do espírito.Não esquecer o
facto muito importante de as 첬nicas pistas de esqui de Portugal estarem
localizadas em Loriga.
            Existem depois outros locais mágicos que podem ser descobertos
num
            daqueles fins-de-semana de “vá para fora cá dentro”, em que pode

            esquecer-se o bulício dos grandes centros urbanos e descobrir
que
            Portugal tem tesouros escondidos e bem preservados.

            ACESSIBILIDADES - Torre mais próxima com nova estrada

            Subir ao maciço central da Serra da Estrela é desde há um ano
mais
            fácil através da nova estrada entre a Portela de Loriga e a
Lagoa
            Comprida, que custou 4,5 milhões de euros.

            A mais alta montanha de Portugal continental - a Serra da
Estrela -
            passou a ter uma nova “porta” de entrada, desde Outubro do ano
            passado.
            A nova via, com cerca de 10 quilómetros, teve um custo de 4,5
            milhões de euros e era um velho sonho, principalmente, dos
            habitantes de Loriga.
            Para a vila de Loriga, esta nova estrada (EN 338), a qual foi
            concluída com mais de quatro décadas de atraso, vem trazer novas

            perspectivas de desenvolvimento à vila, nomeadamente através do
            turismo.
            Trata-se de um projecto co-financiado pela União Europeia
atrav챕s do
            Programa FEDER em 50 por cento e insere-se na rubrica
            “Acessibilidades na Serra da Estrela” do Programa Operacional
            Regional do Centro.
            A estrada começa na Portela de Loriga (ou Portela do Arão), a
uma
            altitude de 960 metros, terminando na EN 339
            (Seia-Sabugueiro-Torre), já depois da Lagoa Comprida, a 1.660
metros
            de altitude, tendo no seu percurso uma inclinação média de sete
por
            cento.
            Este novo acesso à Serra da Estrela permite uma maior fluidez no

            trânsito para todos os que queiram subir até à Torre,
desanuviando a
            EN 339, que, principalmente na época de Inverno, ficava muitas
vezes
            congestionada.
            O projecto, apresentado em 1998, sofreu algumas alterações
            com o objectivo de reduzir ao máximo os impactes negativos no
meio
            ambiente. Isto porque a via está inserida na zona do Parque
Natural.
            A via, que é também conhecida por Estrada de São Bento, permite
            igualmente uma mais rápida evacuação de trânsito da zona do
maci챌o
            central em alturas de fortes nevões.
            Recorde-se que largas dezenas de turistas já chegaram a ficar
            “presos” no interior das suas viaturas, na EN 339, aquando de
queda
            de neve com grande intensidade e num curto espaço de tempo.
            O traçado da nova via foi construído num caminho de terra que já

            existia. A faixa de rodagem tem uma largura de 6,5 metros e as
            valetas possuem dois metros.
            Foram instaladas guardas de segurança, em betão armado, com
m처dulos
            de duas e três travessas, em praticamente toda a sua extensão.
No
            restante troço, cerca de três quilómetros, foram colocados
pilares
            de granito. Existem ainda balizadores para ajudar os limpa-neves
em
            dias de tempestade. Foi também colocado um placard electrónico
para
            informação sobre questões de segurança, assim como indicação
            altimétrica, para informar os automobilistas sobre a altitude a
que
            circulam. Dispõe igualmente de sinais luminosos, úteis para a
            circulação em dias de nevoeiro, e sinais de limite de
velocidade.
            Tendo em conta que se trata de uma estrada utilizada
essencialmente
            por turistas, foram também instalados dois parques de merendas,
um
            miradouro e gares de paragem.







Blog EntryDec 9, '07 11:38 PM
by lusitanorum for everyone

            LORIGA & SACAVÉM


      BRASÕES DE LORIGA E DE SACAVÉM [http://www.LoricaLoriga.no.sapo.pt]


      LORIGA & SACAVÉM - LOCALIDADES GEMINADAS

      Sacavém, foi o destino preferido para muitos loricenses, entre as
      décadas de quarenta e de setenta do século XX.
      Estes loricenses,que,com muita dor, tiveram que deixar a sua terra
      para procurar uma vida melhor,tiveram um papel fundamental no
      desenvolvimento da então vila de Sacavém.
      Sacavém,tornou-se a localidade,depois da vila de Loriga,com maior
      número de loricenses residentes.Com o tempo,alguns destes loricenses
      e seus descendentes,foram-se espalhando por outras localidades dos
      arredores de Lisboa, e pela capital.
      Em 5 de Março de 1987,um grupo destes dinâmicos loricenses,fundaram
      em Sacavém,a ANALOR,Associação dos Naturais e Amigos de Loriga.Esta
      associação foi desde logo apoiada pela autarquia local,em
      reconhecimento pelo papel desempenhado pelos loricenses em Sacavém.
      Em 1 de Junho de 1996,foi assinado entre as autarquias das vilas de
      Loriga e Sacavém,um protocolo de geminação entre as duas
      localidades.Esta consequência da mútua afectividade
      existente,coincidiu com a inauguração da nova sede da ANALOR,sede
      que não existiria sem o apoio da autarquia sacavenense.Outra
      coincidência,foi o facto de estar a decorrer a 8ª Semana Serrana,um
      evento cultural de grande qualidade, organizado anualmente em
      Sacavém pela ANALOR.Esta prestigiada associação,publica regularmente
      o jornal Garganta de Loriga,grande pólo de união e comunicação entre
      os loricenses espalhados pelo mundo.
      A ANALOR,é uma associação fundamental para a vila de Loriga e para
      os loricenses.

     
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      Associação dos Naturais e Amigos de Loriga

      Esta prestigiada associação foi fundada em 1987 por loricenses dos
      tais que,por conta própria ou dentro de qualquer instituição ou
      associação loricense,trabalham incansávelmente para promover a sua
      terra-natal e contribuir para a resolução dos poblemas que a
      afectam.Loriga deve muito a estes loricenses que,embora não residam
      na vila,têm lá os seus corações e as suas almas,aqueles que
      desenvolvem permanentemente um imenso trabalho pessoal ou colectivo
      (conforme a opção) pela terra que os viu nascer.
      A A.N.A.L.O.R publica um jornal,o Garganta de Loriga,que é um
      importante meio de comunicação entre os loricenses espalhados pelo
      país e pelo mundo.
      Foi o jornal Garganta de Loriga que,pela escrita de um grande
      Loricense,acordou os naturais desta vila serrana para a sua história
      mais antiga.

     
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      LORIGA

      40º 19' N 7º 41'O

      Gentílico - Loricense ou loriguense
      Concelho - Seia
      Área - 36,52 km²
      População - 1 367 hab. (2005)
      Densidade - 37,51 hab./km²
      Orago - Santa Maria Maior
      Código postal - 6270

      Apelidada de "Suíça Portuguesa", é a vila mais
      alta de Portugal.

      Loriga é uma vila e freguesia portuguesa do concelho de
      Seia, distrito da
      Guarda. Tem
      36,52 km² de área, 1 367 habitantes (2005) e densidade
      populacional de 37,51
      hab/km². Tem uma
      povoação anexa, o Fontão.
      Loriga encontra-se a 20 km de Seia, 80km da Guarda e
      300km de Lisboa. A vila
      é directamente acessível
      pela EN 231, e indirectamente pela EN338, e tem acesso
      directo à Lagoa
      Comprida, pela referida EN338,
      estrada concluída em 2006, seguindo um traçado
      pré-existente e
      pré-projectado há mais de quarenta anos,
      com um percurso de 9,2 km de paisagens deslumbrantes,
      entre as cotas 960m
      (Portela de Loriga,também
      conhecida por Portela do Arão) e 1650m, junto à Lagoa
      Comprida.

      É conhecida há décadas como a "Suíça Portuguesa" devido
      à sua extraordinária
      localização geográfica. Está
      situada a cerca de 770m de altitude,na sua parte urbana
      mais baixa, rodeada
      por montanhas, das quais se
      destacam a Penha dos Abutres (1828m de altitude) e a
      Penha do Gato (1771m),
      e é abraçada por dois
      cursos de água: a Ribeira de Loriga e a Ribeira de
      S.Bento, que se unem
      depois da E.T.A.R. para formarem
      um dos maiores afluentes do Rio Alva.A montante da vila,
      a Ribeira de Loriga
      recebe também o Ribeiro da
      Nave, um afluente que tem um curso extraordinário e
      passa por uma das zonas
      mais belas do Vale de
      Loriga, incluíndo os famosos Bicarões, cascatas a alta
      altitude junto das
      quais se encontra uma conhecida
      quinta.

      A vila está dotada de uma ampla gama de infrastrutras
      físicas e culturais,
      que abrangem todas as àreas e
      todos os grupos etários, das quais se destacam, por
      exemplo, o Grupo
      Desportivo Loriguense, fundado em
      1934, a Sociedade Recreativa e Musical Loriguense,
      fundada em 1905, os
      Bombeiros Voluntários de
      Loriga, criados em 1982, cujos serviços se desenvolvem
      na àrea equivalente
      ao antigo concelho de Loriga, a
      Casa de Repouso Nª. Srª. da Guia, uma das últimas obras
      sociais de relevo, e
      a Escola C+S Dr. Reis
      Leitão. Em Março de 2007 iniciaram-se as obras do novo
      Quartel dos Bombeiros
      Voluntários, edifício que se prevê concluído durante o
      primeiro semestre de
      2008.
      Ao longo do ano celebram-se de maneira especial o Natal,
      a Páscoa (com a
      Amenta das Almas) e festas
      em honra de Sto. António (durante o mês Junho) e S.
      Sebastião (durante o mês
      de Julho), com as
      respectivas mordomias e procissões. Porém, o ponto mais
      alto das
      festividades religiosas é a festa dedicada
      à padroeira dos emigrantes loricenses, Nª. Srª. da Guia,
      que se realiza
      todos os anos, no primeiro Domingo
      de Agosto. No segundo Domingo, tem lugar a festa em
      honra de Nª. Srª. da
      Ajuda, no Fontão de Loriga.

      Breve história

      Fundada originalmente no alto de uma colina entre
      ribeiras onde hoje existe
      o centro histórico da vila. O
      local foi escolhido há mais de dois mil e seiscentos
      anos devido à
      facilidade de defesa (uma colina entre
      ribeiras), à abundância de água e de pastos, bem como ao
      facto de a as
      terras mais baixas providenciarem
      alguma caça e condições mínimas para a prática da
      agricultura. Desta forma
      estavam garantidas as
      condições mínimas de sobrevivência para uma população e
      povoação com alguma
      importância.

      O nome veio da localização estratégica da povoação, do
      seu protagonismo e
      dos seus habitantes nos
      Hermínios (actual Serra da Estrela) na resistência
      lusitana, o que levou os
      romanos a porem-lhe o nome de
      Lorica (antiga couraça guerreira), de que derivou
      Loriga, palavra que tem o
      mesmo significado. Os
      Hermínios eram o coração e a maior fortaleza da
      Lusitânia. É um facto que os
      romanos lhe deram o nome
      de Lorica, e deste nome derivou Loriga (derivação
      iniciada pelos Visigodos)
      e que tem o mesmo significado.
      É um caso raro, em Portugal, de um nome bi-milenar,e a
      Lorica é a peça principal do brasão da vila.
      Situada na parte Sudoeste da Serra da Estrela, a sua
      beleza paisagística é o
      principal atractivo de
      referência. Os socalcos e sua complexa rede de irrigação
      são um dos grandes
      ex-libris de Loriga, uma obra
      gigantesca construída pelos loricenses ao longo de
      muitas centenas de anos e
      que transformou um vale belo
      mas rochoso num vale fértil. É uma obra que ainda hoje
      marca a paisagem do
      belíssimo Vale de Loriga,
      fazendo parte do património histórico da vila e é
      demonstrativa do génio dos
      seus habitantes.

      Em termos de património histórico, destacam-se também a
      ponte e a estrada
      romanas (século I a.C.), uma
      sepultura antropomórfica (século VI a.C.), a Igreja
      Matriz (século XIII,
      reconstruída), o Pelourinho (século
      XIII,reconstruído), o Bairro de São Ginês (São Gens) com
      origem anterior à
      chegada dos romanos e a Rua
      de Viriato. A Rua da Oliveira, pela sua peculiaridade,
      situada na área mais
      antiga do centro histórico da vila,
      recorda algumas das características urbanas da época
      medieval. A estrada
      romana e uma das duas pontes (a
      outra ruiu no século XVI após uma grande cheia na
      Ribeira de S. Bento), com
      as quais os romanos ligaram
      Lorica, na Lusitânia, ao restante império, merecem
      destaque. A tradição
      local e diversos antigos documentos
      apontam Loriga como berço de Viriato, e no início do
      século XX existiu mesmo
      um movimento loriguense
      para lhe erigir um estátua na vila, o que não chegou a
      concretizar-se.O
      documento mais famoso,embora não
      seja o mais antigo, que fala de Loriga como sendo
      terra-natal de Viriato, é
      o livro manuscrito História da
      Lusitânia, escrito pelo Bispo Mor do Reino em 1580.A
      actual Rua de Viriato,
      na parte mais antiga do centro
      histórico da vila, já tinha esse nome no século XII.

      O Bairro de São Ginês (S.Gens) é um ex-libris de Loriga
      e nele destaca-se a
      capela de Nossa Senhora do
      Carmo, construída no local de uma antiga ermida
      visigótica precisamente
      dedicada àquele santo ao qual os
      loricenses passaram a chamar S.Ginês, talvêz por este
      nome ser mais fácil de
      pronunciar (aliás não existe
      nenhum santo com o nome de Ginês).
      Quando os romanos chegaram, a povoação estava dividida
      em dois núcleos. O
      maior, mais antigo e principal, situava-se na área onde
      hoje existem a
      Igreja Matriz e parte da
      Rua de Viriato e estava fortificado com muralhas e
      paliçada. No local do
      actual Bairro de S.Ginês existiam
      já algumas habitações encostadas ao promontório rochoso,
      em cima do qual os
      Visigodos construíram mais
      tarde uma ermida dedicada àquele santo.

      Loriga era uma paróquia pertencente à Vigariaria do
      Padroado Real e a Igreja
      Matriz foi mandada construir
      em 1233 pelo rei D. Sancho II. Esta igreja, cujo orago
      era já o de Santa
      Maria Maior e que se mantém, foi
      construída no local de outro antigo e pequeno templo, do
      qual foi
      aproveitada uma pedra com inscrições
      visigóticas, que está colocada na porta lateral virada
      para o adro. De
      estilo românico, com três naves, e
      traça exterior lembrando a Sé Velha de Coimbra, esta
      igreja foi destruída
      pelo sismo de 1755, dela restando
      apenas partes das paredes laterais.
      O sismo de 1755 provocou enormes estragos na vila, tendo
      arruinado também a
      residência paroquial e
      aberto algumas fendas nas robustas e espessas paredes do
      edifício da Câmara
      Municipal construído no
      século XIII. Um emissário do Marquês de Pombal esteve em
      Loriga a avaliar os
      estragos mas, ao contrário
      do que aconteceu com a Covilhã (outra localidade serrana
      muito afectada),
      não chegou do governo de
      Lisboa qualquer auxílio.

      Loriga é uma vila industrial (têxtil) desde o início do
      século XIX. Chegou a
      ser uma das localidades mais
      industrializadas da Beira Interior, e a actual sede de
      concelho só conseguiu
      suplantá-la quase em meados do
      século XX. Tempos houve em que só a Covilhã ultrapassava
      Loriga no número de
      empresas. Nomes de
      empresas, tais como: Regato, Redondinha, Fonte dos
      Amores, Tapadas, Fândega,
      Leitão & Irmãos,
      Augusto Luis Mendes, Lamas, Nunes Brito, Moura Cabral,
      Lorimalhas, etc,
      fazem parte da rica história
      industrial desta vila. A principal e maior avenida de
      Loriga tem o nome de
      Augusto Luís Mendes, o mais
      destacado dos antigos industriais loricenses. Apesar de,
      por exemplo, dos
      maus acessos que se resumiam à
      velhinha estrada romana de Lorica, com dois mil anos, o
      facto é que os
      loriguenses transformaram Loriga
      numa vila industrial progressiva, o que confirma o seu
      génio.

      Mas, Loriga acabou por ser derrotada por um
      inimigo político e administrativo, local e nacional,
      contra o qual teve que
      lutar desde o século XIX.
      A história da vila de Loriga é, aliás, um exemplo das
      consequências que os
      confrontos de uma guerra civil
      podem ter no futuro de uma localidade e de uma região.
      Loriga tinha a
      categoria de sede de concelho desde
      o século XII, tendo recebido forais em 1136 (João
      Rhânia, senhorio das
      Terras de Loriga durante cerca de
      duas décadas, no reinado de D.Afonso Henriques), 1249
      (D.Afonso III ), 1474
      ( D.Afonso V ) e 1514 (
      D.Manuel I ), mas, por ter apoiado os chamados
      Absolutistas contra os
      Liberais na guerra civil portuguesa,
      teve o castigo de deixar de ser sede de concelho em
      1855. A conspiração
      movida por desejos
      expansionistas da localidade que beneficiou com o facto,
      precipitou os
      acontecimentos. Tratou-se de um
      grave erro político e administrativo; foi, no mínimo, um
      caso de injusta
      vingança política, numa época em que
      não existia democracia e reinavam o compadrio e a
      corrupção e assim, começou
      o declínio de toda a região
      de Loriga (antigo concelho de Loriga).
      A área onde existem as actuais freguesias de Alvoco da
      Serra, Cabeça, Sazes
      da Beira, Teixeira, Valezim,
      Vide, e as mais de trinta povoações anexas, pertenceu ao
      Município
      Loricense. A vila de Loriga situa-se a
      vinte quilómetros da actual sede de concelho (Seia) e
      algumas freguesias da
      sua região, situam-se a uma
      distância muito maior.
      A Região de Loriga, área do antigo Município Loricense,
      constitui também a
      Associação de Freguesias da
      Serra da Estrela, com sede na vila de Loriga.
      Loriga e a sua região possuem enormes potencialidades
      turísticas e as únicas
      pistas e estância de esqui
      existentes em Portugal estão localizadas na área da
      freguesia da vila de
      Loriga.
      Se nada de verdadeiramente eficaz for feito, começando
      pela vila de Loriga,
      esta região estará desertificada
      dentro de poucas décadas, o que, tal como em relação a
      outras relevantes
      terras históricas do interior do
      país, será com certeza considerado como uma vergonha
      nacional. Confirmaria
      também a óbvia existência de
      graves e sucessivos erros nas políticas de coesão,
      administração e
      ordenamento do território. Para evitar tal
      situação, vergonhosa para o país, é necessário no mínimo
      por em prática o
      que já é reconhecido no papel:
      desenvolver a vila de Loriga, pólo e centro da região.

      A rua da Oliveira é uma rua situada no centro histórico
      da vila. A sua
      escadaria tem cerca de 100 degraus
      em granito, o que lhe dá características peculiares.
      Esta rua recorda muitas
      das características urbanas
      medievais do centro histórico da vila de Loriga.

      O bairro de São Ginês é um bairro do centro histórico de
      Loriga cujas
      caracteristicas o tornam num dos
      bairros mais conhecidos e típicos da vila. As melhores
      festas de São João
      eram feitas aqui. Curioso é o facto
      de este bairro do centro histórico da vila dever o nome
      a São Gens, um santo
      de origem céltica matirizado
      em Arles, na Gália, no tempo do imperador Diocleciano,
      orago de uma ermida
      visigótica situada na área.
      Com o passar dos séculos os loricenses mudaram o nome do
      santo para S.Ginês,
      talvez por ser mais fácil
      de pronunciar. Este núcleo da povoação, que já esteve
      separado do principal
      e mais antigo, situado mais
      abaixo, é anterior à chegada dos romanos.

      Loriga celebrou acordo de geminação com:
      • A vila, actual cidade de Sacavém, no concelho de
      Loures, em 1 de Junho de
      1996.




      Para saberem mais sobre esta vila bela e histórica,visitem os
      melhores e mais visitados sites sobre Loriga em:http://www.Loriga.org
      ou http://groups.msn.com/LORIGA.







       


 



Blog EntryNov 28, '07 2:09 AM
by lusitanorum for everyone


LORIGA

Origem: WebEnciclop챕dia.

40쨘 19' N 7쨘 41'O

Gent챠lico - Loricense ou loriguense
Concelho - Seia
Área - 36,52 km²
Popula챌찾o - 1 367 hab. (2005)
Densidade - 37,51 hab./km짼
Orago - Santa Maria Maior
C처digo postal - 6270

Apelidada de "Su챠챌a Portuguesa", 챕 a vila mais
alta de Portugal.

Loriga 챕 uma vila e freguesia portuguesa do concelho de Seia, distrito da
Guarda. Tem
36,52 km짼 de 찼rea, 1 367 habitantes (2005) e densidade populacional de 37,51
hab/km짼. Tem uma
povoa챌찾o anexa, o Font찾o.
Loriga encontra-se a 20 km de Seia, 80km da Guarda e 300km de Lisboa. A vila
챕 directamente acess챠vel
pela EN 231, e indirectamente pela EN338, e tem acesso directo à Lagoa
Comprida, pela referida EN338,
estrada conclu챠da em 2006, seguindo um tra챌ado pr챕-existente e
pr챕-projectado h찼 mais de quarenta anos,
com um percurso de 9,2 km de paisagens deslumbrantes, entre as cotas 960m
(Portela de Loriga,tamb챕m
conhecida por Portela do Arão) e 1650m, junto à Lagoa Comprida.

É conhecida há décadas como a "Suíça Portuguesa" devido à sua extraordinária
localiza챌찾o geogr찼fica. Est찼
situada a cerca de 770m de altitude,na sua parte urbana mais baixa, rodeada
por montanhas, das quais se
destacam a Penha dos Abutres (1828m de altitude) e a Penha do Gato (1771m),
e 챕 abra챌ada por dois
cursos de 찼gua: a Ribeira de Loriga e a Ribeira de S.Bento, que se unem
depois da E.T.A.R. para formarem
um dos maiores afluentes do Rio Alva.A montante da vila, a Ribeira de Loriga
recebe tamb챕m o Ribeiro da
Nave, um afluente que tem um curso extraordin찼rio e passa por uma das zonas
mais belas do Vale de
Loriga, inclu챠ndo os famosos Bicar천es, cascatas a alta altitude junto das
quais se encontra uma conhecida
quinta.

A vila est찼 dotada de uma ampla gama de infrastrutras f챠sicas e culturais,
que abrangem todas as àreas e
todos os grupos et찼rios, das quais se destacam, por exemplo, o Grupo
Desportivo Loriguense, fundado em
1934, a Sociedade Recreativa e Musical Loriguense, fundada em 1905, os
Bombeiros Volunt찼rios de
Loriga, criados em 1982, cujos serviços se desenvolvem na àrea equivalente
ao antigo concelho de Loriga, a
Casa de Repouso N짧. Sr짧. da Guia, uma das 첬ltimas obras sociais de relevo, e
a Escola C+S Dr. Reis
Leit찾o. Em Mar챌o de 2007 iniciaram-se as obras do novo Quartel dos Bombeiros
Volunt찼rios, edif챠cio que se prev챗 conclu챠do durante o primeiro semestre de
2008.
Ao longo do ano celebram-se de maneira especial o Natal, a P찼scoa (com a
Amenta das Almas) e festas
em honra de Sto. Ant처nio (durante o m챗s Junho) e S. Sebasti찾o (durante o m챗s
de Julho), com as
respectivas mordomias e prociss천es. Por챕m, o ponto mais alto das
festividades religiosas 챕 a festa dedicada
à padroeira dos emigrantes loricenses, Nª. Srª. da Guia, que se realiza
todos os anos, no primeiro Domingo
de Agosto. No segundo Domingo, tem lugar a festa em honra de N짧. Sr짧. da
Ajuda, no Font찾o de Loriga.

Breve hist처ria

Fundada originalmente no alto de uma colina entre ribeiras onde hoje existe
o centro hist처rico da vila. O
local foi escolhido há mais de dois mil e seiscentos anos devido à
facilidade de defesa (uma colina entre
ribeiras), à abundância de água e de pastos, bem como ao facto de a as
terras mais baixas providenciarem
alguma ca챌a e condi챌천es m챠nimas para a pr찼tica da agricultura. Desta forma
estavam garantidas as
condi챌천es m챠nimas de sobreviv챗ncia para uma popula챌찾o e povoa챌찾o com alguma
import창ncia.

O nome veio da localiza챌찾o estrat챕gica da povoa챌찾o, do seu protagonismo e
dos seus habitantes nos
Herm챠nios (actual Serra da Estrela) na resist챗ncia lusitana, o que levou os
romanos a porem-lhe o nome de
Lorica (antiga coura챌a guerreira), de que derivou Loriga, palavra que tem o
mesmo significado. Os
Hermínios eram o coração e a maior fortaleza da Lusitânia. É um facto que os
romanos lhe deram o nome
de Lorica, e deste nome derivou Loriga (deriva챌찾o iniciada pelos Visigodos)
e que tem o mesmo significado.
É um caso raro, em Portugal, de um nome bi-milenar.
Situada na parte Sudoeste da Serra da Estrela, a sua beleza paisag챠stica 챕 o
principal atractivo de
refer챗ncia. Os socalcos e sua complexa rede de irriga챌찾o s찾o um dos grandes
ex-libris de Loriga, uma obra
gigantesca constru챠da pelos loricenses ao longo de muitas centenas de anos e
que transformou um vale belo
mas rochoso num vale fértil. É uma obra que ainda hoje marca a paisagem do
bel챠ssimo Vale de Loriga,
fazendo parte do patrim처nio hist처rico da vila e 챕 demonstrativa do g챕nio dos
seus habitantes.

Em termos de patrim처nio hist처rico, destacam-se tamb챕m a ponte e a estrada
romanas (s챕culo I a.C.), uma
sepultura antropom처rfica (s챕culo VI a.C.), a Igreja Matriz (s챕culo XIII,
reconstru챠da), o Pelourinho (s챕culo
XIII,reconstruído), o Bairro de São Ginês (São Gens) com origem anterior à
chegada dos romanos e a Rua
de Viriato. A Rua da Oliveira, pela sua peculiaridade, situada na 찼rea mais
antiga do centro hist처rico da vila,
recorda algumas das caracter챠sticas urbanas da 챕poca medieval. A estrada
romana e uma das duas pontes (a
outra ruiu no s챕culo XVI ap처s uma grande cheia na Ribeira de S. Bento), com
as quais os romanos ligaram
Lorica, na Lusit창nia, ao restante imp챕rio, merecem destaque. A tradi챌찾o
local e diversos antigos documentos
apontam Loriga como ber챌o de Viriato, e no in챠cio do s챕culo XX existiu mesmo
um movimento loriguense
para lhe erigir um est찼tua na vila, o que n찾o chegou a concretizar-se.O
documento mais famoso,embora n찾o
seja o mais antigo, que fala de Loriga como sendo terra-natal de Viriato, 챕
o livro manuscrito Hist처ria da
Lusit창nia, escrito pelo Bispo Mor do Reino em 1580.A actual Rua de Viriato,
na parte mais antiga do centro
hist처rico da vila, j찼 tinha esse nome no s챕culo XII.

O Bairro de S찾o Gin챗s (S.Gens) 챕 um ex-libris de Loriga e nele destaca-se a
capela de Nossa Senhora do
Carmo, constru챠da no local de uma antiga ermida visig처tica precisamente
dedicada àquele santo ao qual os
loricenses passaram a chamar S.Gin챗s, talv챗z por este nome ser mais f찼cil de
pronunciar (ali찼s n찾o existe
nenhum santo com o nome de Gin챗s).
Quando os romanos chegaram, a povoa챌찾o estava dividida em dois n첬cleos. O
maior, mais antigo e principal, situava-se na 찼rea onde hoje existem a
Igreja Matriz e parte da
Rua de Viriato e estava fortificado com muralhas e pali챌ada. No local do
actual Bairro de S.Gin챗s existiam
j찼 algumas habita챌천es encostadas ao promont처rio rochoso, em cima do qual os
Visigodos constru챠ram mais
tarde uma ermida dedicada àquele santo.

Loriga era uma paróquia pertencente à Vigariaria do Padroado Real e a Igreja
Matriz foi mandada construir
em 1233 pelo rei D. Sancho II. Esta igreja, cujo orago era j찼 o de Santa
Maria Maior e que se mant챕m, foi
constru챠da no local de outro antigo e pequeno templo, do qual foi
aproveitada uma pedra com inscri챌천es
visig처ticas, que est찼 colocada na porta lateral virada para o adro. De
estilo rom창nico, com tr챗s naves, e
tra챌a exterior lembrando a S챕 Velha de Coimbra, esta igreja foi destru챠da
pelo sismo de 1755, dela restando
apenas partes das paredes laterais.
O sismo de 1755 provocou enormes estragos na vila, tendo arruinado tamb챕m a
resid챗ncia paroquial e
aberto algumas fendas nas robustas e espessas paredes do edif챠cio da C창mara
Municipal constru챠do no
s챕culo XIII. Um emiss찼rio do Marqu챗s de Pombal esteve em Loriga a avaliar os
estragos mas, ao contr찼rio
do que aconteceu com a Covilh찾 (outra localidade serrana muito afectada),
n찾o chegou do governo de
Lisboa qualquer aux챠lio.

Loriga 챕 uma vila industrial (t챗xtil) desde o in챠cio do s챕culo XIX. Chegou a
ser uma das localidades mais
industrializadas da Beira Interior, e a actual sede de concelho s처 conseguiu
suplant찼-la quase em meados do
s챕culo XX. Tempos houve em que s처 a Covilh찾 ultrapassava Loriga no n첬mero de
empresas. Nomes de
empresas, tais como: Regato, Redondinha, Fonte dos Amores, Tapadas, F창ndega,
Leit찾o & Irm찾os,
Augusto Luis Mendes, Lamas, Nunes Brito, Moura Cabral, Lorimalhas, etc,
fazem parte da rica hist처ria
industrial desta vila. A principal e maior avenida de Loriga tem o nome de
Augusto Lu챠s Mendes, o mais
destacado dos antigos industriais loricenses. Apesar de, por exemplo, dos
maus acessos que se resumiam à
velhinha estrada romana de Lorica, com dois mil anos, o facto 챕 que os
loriguenses transformaram Loriga
numa vila industrial progressiva, o que confirma o seu g챕nio.

Mas, Loriga acabou por ser derrotada por um
inimigo pol챠tico e administrativo, local e nacional, contra o qual teve que
lutar desde o s챕culo XIX.
A hist처ria da vila de Loriga 챕, ali찼s, um exemplo das consequ챗ncias que os
confrontos de uma guerra civil
podem ter no futuro de uma localidade e de uma regi찾o. Loriga tinha a
categoria de sede de concelho desde
o s챕culo XII, tendo recebido forais em 1136 (Jo찾o Rh창nia, senhorio das
Terras de Loriga durante cerca de
duas d챕cadas, no reinado de D.Afonso Henriques), 1249 (D.Afonso III ), 1474
( D.Afonso V ) e 1514 (
D.Manuel I ), mas, por ter apoiado os chamados Absolutistas contra os
Liberais na guerra civil portuguesa,
teve o castigo de deixar de ser sede de concelho em 1855. A conspira챌찾o
movida por desejos
expansionistas da localidade que beneficiou com o facto, precipitou os
acontecimentos. Tratou-se de um
grave erro pol챠tico e administrativo; foi, no m챠nimo, um caso de injusta
vingan챌a pol챠tica, numa 챕poca em que
n찾o existia democracia e reinavam o compadrio e a corrup챌찾o e assim, come챌ou
o decl챠nio de toda a regi찾o
de Loriga (antigo concelho de Loriga).
A 찼rea onde existem as actuais freguesias de Alvoco da Serra, Cabe챌a, Sazes
da Beira, Teixeira, Valezim,
Vide, e as mais de trinta povoa챌천es anexas, pertenceu ao Munic챠pio
Loricense. A vila de Loriga situa-se a
vinte quil처metros da actual sede de concelho (Seia) e algumas freguesias da
sua regi찾o, situam-se a uma
dist창ncia muito maior.
A Regi찾o de Loriga, 찼rea do antigo Munic챠pio Loricense, constitui tamb챕m a
Associa챌찾o de Freguesias da
Serra da Estrela, com sede na vila de Loriga.
Loriga e a sua regi찾o possuem enormes potencialidades tur챠sticas e as 첬nicas
pistas e est창ncia de esqui
existentes em Portugal est찾o localizadas na 찼rea da freguesia da vila de
Loriga.
Se nada de verdadeiramente eficaz for feito, come챌ando pela vila de Loriga,
esta regi찾o estar찼 desertificada
dentro de poucas d챕cadas, o que, tal como em rela챌찾o a outras relevantes
terras hist처ricas do interior do
pa챠s, ser찼 com certeza considerado como uma vergonha nacional. Confirmaria
tamb챕m a 처bvia exist챗ncia de
graves e sucessivos erros nas pol챠ticas de coes찾o, administra챌찾o e
ordenamento do territ처rio. Para evitar tal
situa챌찾o, vergonhosa para o pa챠s, 챕 necess찼rio no m챠nimo por em pr찼tica o
que j찼 챕 reconhecido no papel:
desenvolver a vila de Loriga, p처lo e centro da regi찾o.

A rua da Oliveira 챕 uma rua situada no centro hist처rico da vila. A sua
escadaria tem cerca de 100 degraus
em granito, o que lhe d찼 caracter챠sticas peculiares. Esta rua recorda muitas
das caracter챠sticas urbanas
medievais do centro hist처rico da vila de Loriga.

O bairro de S찾o Gin챗s 챕 um bairro do centro hist처rico de Loriga cujas
caracteristicas o tornam num dos
bairros mais conhecidos e t챠picos da vila. As melhores festas de S찾o Jo찾o
eram feitas aqui. Curioso 챕 o facto
de este bairro do centro hist처rico da vila dever o nome a S찾o Gens, um santo
de origem c챕ltica matirizado
em Arles, na G찼lia, no tempo do imperador Diocleciano, orago de uma ermida
visig처tica situada na 찼rea.
Com o passar dos s챕culos os loricenses mudaram o nome do santo para S.Gin챗s,
talvez por ser mais f찼cil
de pronunciar. Este n첬cleo da povoa챌찾o, que j찼 esteve separado do principal
e mais antigo, situado mais
abaixo, é anterior à chegada dos romanos.

Loriga celebrou acordo de gemina챌찾o com:
쨌 A vila, actual cidade de Sacav챕m, no concelho de Loures, em 1 de Junho de
1996.

쨌 Esta p찼gina foi modificada pela 첬ltima vez a 21h11min, 20 de Novembro de
2007.
 
쨌 O texto desta p찼gina est찼 sob a Free Documentation License.
쨌 Os direitos autorais de todas as contribui챌천es para a WebEnciclop챕dia
pertencem aos seus respectivos
autores (mais informa챌천es em direitos autorais).



 

 

 

     

  

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Blog EntryNov 23, '07 3:44 PM
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 Some historical dates


446 B.C. - Arrive of the Celts,wich stablished in the actual Portugal and Galiza territory.

218 B.C. - Begining of the roman invasion into Iberian Península,with the disembark of  Cneu Cipião.

180 B.C. - Possible date of Viriathus born in Lobriga,known as Lorica by the Romans (actual Loriga),in Hermínius mons,heart of the Lusitania.

154 B.C. - First great battle between Lusitanians and Romans troops.The Lusitanians,comanded by Punico,maded a heavy loss in the Roman armies.

153 B.C. - Cesaro,in the comandof the Lusitanians,defeated the Romans,wich lost nine thousand men.

151 B.C. - Servius Sulpícius Galba,after several combats and after offer piece and lands to the Lusitanians,he convinced them to deliver their arms,and after this,Servius killed thousands of Lusitanians,and then selled the survivors,as slaves,by sending them to Gaul.However,some of the survivors escaped;one of them was Viriathus.

147 B.C. - Viriathus was elected chief of the Lusitanian People.The Lusitanians,comanded by Viriathus,defeated the Romans,that had lost thousands of men,including Pretor Vetílius.

146 B.C. - A pretorian army,comanded by Plaucius,was defeated by Viriathus,and the Lusitanians killed thousands of Romans troops.In the same year,the Romans losed their important army.Viriathus`Lusitanians defeated the roman forces of Claudius Unimanus,governor of the Citerior.

145 B.C. - Viriathus`Lusitanians defeated the roman forces of Caius Nigidius.

143 B.C. - The roman forces of Fabius Maximus Aemilianus are defeated in Ossuma (near modern Cordoba).The roman forces of Fabius Maximus Aemilianus are totally defeated near what is today the city of Beja,in Alentejo.

142 B.C. - Serviliano was defeated by Viriathus,dying more than three thousand Romans,and the survivors escaped in the nigth.

140 B.C. - Fabius Servilianus,new Consul of Citerior,after having sacked several cities loyal to Viriathus in Baetica and southern Lusitania,is defeated by the Lusitanians in Erisane (in Baetica).Thousands of Roman troops were surrounded by the Lusitanians,without any way of escaping.In a good will alt,Viriathus proposed a treaty of piece, accepted by the roman Pretor,and suported by Rome.Viriathus was then considered as "friend of Rome" to live in piece in their lands.

139 B.C. - The Pro-Consul Servilio Cepião,with rome`s autorization,restarted the war,and ordered the assassination of Viriathus.The great Lusitanian leader was murdered in his tend while he was sleeping.Rome,proud of it`s culture and civilization,finnished,in this shamed and deshonourable way,the Lusitanian resistance,wich prevailed,but with less deaths in the Roman armies.

40 B.C. - Possible date of conclusion of the Roman road construction in Lorica.

20 B.C. - Defenitive demarcation of the Lusitania frontiers,wich covered the actual portuguese territory and that extended close to Tolletum (actual Toledo).  

 


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